La cuestión alimentaria en la trama de la política estatal: soberanía alimentaria y agroecología como problemas de gobierno

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Fecha
12/2025
Editorial
Universidad Nacional de Quilmes
Revista
Estudios Rurales
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ISSN
2250-4001
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Idioma
Español
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Resumen
La siguiente investigación está centrada en el modo en que las categorías de agroecología y soberanía alimentaria se constituyen como problema de gobierno, a partir de plantear una cuestión alimentaria particular. En este trabajo se analiza como ambas categorías circulan entre organizaciones de cooperación internacional (FAO y ONU), redes de activistas de ese nivel de gobierno (La Vía Campesina Internacional), en las tramas de las instituciones estatales de Argentina vinculadas al desarrollo rural y entre organizaciones de sujetos rurales subalternos. Como aporte a los estudios de la antropología de la política, desde esta tesis se busca problematizar el modo en que se gubernamentaliza la cuestión alimentaria desde campos concebidos como estatales y en el margen del Estado.El recorte temporal de este estudio abarca un período desde el año 2007 hasta el 2019. En esa temporalidad se distinguen cambios y continuidades en la estatalidad del desarrollo rural, a la vez que se presentan nuevas configuraciones del sector rural subalterno, mediado por nuevos temas de agenda vinculados al acceso, distribución y circulación de alimentos. Este trabajo presenta una estrategia para abordar la problemática multi escalar y multi situada a partir de una metodología cualitativa centrada especialmente en una perspectiva etnográfica. Esta permitió dar cuenta de categorías nativas que son objeto de este trabajo y también, habilitó el acceso a diversos sentidos en que son producidas diferentes visiones de mundo acerca de la agroecología y la soberanía alimentaria.
The following research focuses on how the categories of agroecology and food sovereignty are constituted as a governance issue, based on raising a particular food issue. This work analyses how both categories circulate among international cooperation organisations (FAO and UN), activist networks at that level of government (La Vía Campesina Internacional), within the networks of Argentine state institutions linked to rural development, and among organisations of rural subaltern subjects. As a contribution to the study of the anthropology of politics, this thesis seeks to problematise the way in which the food issue is governed from fields conceived as state and non-state. The time frame of this study covers the period from 2007 to 2019. During this period, changes and continuities in the statehood of rural development can be distinguished, while new configurations of the subordinate rural sector emerge, mediated by new agenda items related to access, distribution and circulation of food. This work presents a strategy for addressing multi-scalar and multi-situated issues using a qualitative methodology focused particularly on an ethnographic perspective. This allowed us to account for the native categories that are the subject of this work and also enabled access to the various ways in which different worldviews about agroecology and food sovereignty are produced.
A pesquisa a seguir centra-se na forma como as categorias de agroecologia e soberania alimentar se constituem como um problema de governo, a partir da apresentação de uma questão alimentar específica. Este trabalho analisa como ambas as categorias circulam entre organizações de cooperação internacional (FAO e ONU), redes de ativistas desse nível de governo (La Vía Campesina Internacional), nas tramas das instituições estatais da Argentina ligadas ao desenvolvimento rural e entre organizações de sujeitos rurais subalternos. Como contribuição aos estudos da antropologia da política, esta tese busca problematizar a forma como a questão alimentar é governamentalizada a partir de campos concebidos como estatais e à margem do Estado. O recorte temporal deste estudo abrange um período de 2007 a 2019. Nessa temporalidade, distinguem-se mudanças e continuidades na estatalidade do desenvolvimento rural, ao mesmo tempo em que se apresentam novas configurações do setor rural subalterno, mediadas por novos temas da agenda ligados ao acesso, distribuição e circulação de alimentos. Este trabalho apresenta uma estratégia para abordar a problemática multiescalar e multissituada a partir de uma metodologia qualitativa centrada especialmente em uma perspectiva etnográfica. Isso permitiu dar conta das categorias nativas que são objeto deste trabalho e também possibilitou o acesso a diversos sentidos em que são produzidas diferentes visões de mundo sobre a agroecologia e a soberania alimentar.
The following research focuses on how the categories of agroecology and food sovereignty are constituted as a governance issue, based on raising a particular food issue. This work analyses how both categories circulate among international cooperation organisations (FAO and UN), activist networks at that level of government (La Vía Campesina Internacional), within the networks of Argentine state institutions linked to rural development, and among organisations of rural subaltern subjects. As a contribution to the study of the anthropology of politics, this thesis seeks to problematise the way in which the food issue is governed from fields conceived as state and non-state. The time frame of this study covers the period from 2007 to 2019. During this period, changes and continuities in the statehood of rural development can be distinguished, while new configurations of the subordinate rural sector emerge, mediated by new agenda items related to access, distribution and circulation of food. This work presents a strategy for addressing multi-scalar and multi-situated issues using a qualitative methodology focused particularly on an ethnographic perspective. This allowed us to account for the native categories that are the subject of this work and also enabled access to the various ways in which different worldviews about agroecology and food sovereignty are produced.
A pesquisa a seguir centra-se na forma como as categorias de agroecologia e soberania alimentar se constituem como um problema de governo, a partir da apresentação de uma questão alimentar específica. Este trabalho analisa como ambas as categorias circulam entre organizações de cooperação internacional (FAO e ONU), redes de ativistas desse nível de governo (La Vía Campesina Internacional), nas tramas das instituições estatais da Argentina ligadas ao desenvolvimento rural e entre organizações de sujeitos rurais subalternos. Como contribuição aos estudos da antropologia da política, esta tese busca problematizar a forma como a questão alimentar é governamentalizada a partir de campos concebidos como estatais e à margem do Estado. O recorte temporal deste estudo abrange um período de 2007 a 2019. Nessa temporalidade, distinguem-se mudanças e continuidades na estatalidade do desenvolvimento rural, ao mesmo tempo em que se apresentam novas configurações do setor rural subalterno, mediadas por novos temas da agenda ligados ao acesso, distribuição e circulação de alimentos. Este trabalho apresenta uma estratégia para abordar a problemática multiescalar e multissituada a partir de uma metodologia qualitativa centrada especialmente em uma perspectiva etnográfica. Isso permitiu dar conta das categorias nativas que são objeto deste trabalho e também possibilitou o acesso a diversos sentidos em que são produzidas diferentes visões de mundo sobre a agroecologia e a soberania alimentar.
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