A autoetnografia como modo de habitar sensibilidades e sentidos da investigação narrativa
; Aguirre, Jonathan Ezequiel 
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Fecha
2019
Editorial
Ayvu
Revista
Título del libro
Pesquisa, alteridade e experiência: Metodologias minúsculas
Nombre del evento
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Institución organizadora
ISSN
eISSN
ISBN
978-85-54017-06-4
Idioma
Portugués
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Resumen
Na investigação social, o trabalho de campo representa uma etapa crucial e central em que a sensibilidade e a reflexividade do investigador são postas em jogo permanentemente. Referimo-nos ao termo “campo” como o referente empírico de uma investigação. É o que se aspira interpretar e compreender, é o mundo natural e social no qual a vida dos grupos humanos que o constroem se desenvolve. Sua composição é uma rede complexa que entrelaça o espaço físico, os atores, suas atividades e seus sentimentos. Do campo, surge a informação que o investigador obtém e transforma em dados utilizáveis e suscetíveis de serem interpretados na investigação. O real se compõe, assim, não unicamente de fenômenos observáveis, mas da significação que os atores atribuem a seu entorno e à trama de ações que os envolve (Guber, 2001). O investigador cria e recria os significados do campo e acessa dois domínios diferenciais, embora indissoluvelmente unidos: o universo das ações e das práticas e a dimensão dos sentidos e das representações; ambos compõem igualmente o mundo singular do trabalho de campo, que é intensamente habitado pelo investigador...
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