Porque la tierra y la libertad les eran ajenas. Campesinos rebeldes en Bolivia, 1927-1953

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Fecha
11/2013
Editorial
Universidad de Buenos Aires. Facultad de Ciencias Sociales. Carrera de Trabajo Social
Revista
Debate Público
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ISSN
1853-6654
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Español
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Resumen
Este artículo expone resultados parciales de dos investigaciones que se ocupan de la violencia en el mundo rural en América Latina. En este texto se analiza la insurgencia de los campesinos bolivianos entre 1927 (rebelión en Chayanta) y 1953 (ley de Reforma Agraria). En esos casi treinta años, los campesinos devinieron sujetos principales de las luchas sociales y políticas del país, protagonismo que no abandonaron y que a menudo compartieron / confrontaron con los obreros mineros e incluso, más allá del tiempo aquí analizado, con las Fuerzas Armadas (pacto militar-campesino). Las investigaciones en curso indagan las condiciones socio-históricas que hacen posible la rebelión, las que, en el caso boliviano, incluyen las brutales condiciones de dominación y explotación de los indígenas campesinos, particularmente duras en las haciendas, en las cuales subsistían hasta la Revolución Nacional, la institución colonial del pongueaje. La Guerra del Chaco, primero, y las políticas reformistas de los presidentes Toro, Busch y, sobre todo, Villarroel, generaron una situación favorable para la toma de conciencia, la organización y el decidido paso a la acción campesinas, cambiando radicalmente el curso de la historia de la clase y del país
Este artigo apresenta resultados parciais de duas pesquisas que se interessam pela violência no mundo rural na América Latina. Neste texto se analisa a insurgência dos camponeses bolivianos entre 1927 (rebelião de Chayanta) e 1953 (Lei de Reforma agrária). Nestes quase trinta anos, os camponeses deviram sujeitos principais das lutas sociais e políticas do país, protagonismo que não abandonaram e que com frequência compartilharam/confrontaram com os operários mineiros e incluso, além do tempo aqui analisado, com as Forças Armadas (Pacto militar-camponês). As pesquisas em andamento indagam as condições socio-históricas que fazem possível a rebelião, as que, no caso boliviano, incluem as brutais condições de dominação e exploração dos indígenas camponeses, particularmente duras nas fazendas, nas quais subsistiam até a Revolução Nacional, a instituição colonial do pongueaje. A Guerra do Chaco, primeiro, e as políticas reformistas dos presidentes Toro, Busch e, sobretudo, Villarroel, geraram uma situação favorável para a toma de consciência, a organização e o decidido passo à acção camponesa, mudando radicalmente o curso da história da classe e do país
Este artigo apresenta resultados parciais de duas pesquisas que se interessam pela violência no mundo rural na América Latina. Neste texto se analisa a insurgência dos camponeses bolivianos entre 1927 (rebelião de Chayanta) e 1953 (Lei de Reforma agrária). Nestes quase trinta anos, os camponeses deviram sujeitos principais das lutas sociais e políticas do país, protagonismo que não abandonaram e que com frequência compartilharam/confrontaram com os operários mineiros e incluso, além do tempo aqui analisado, com as Forças Armadas (Pacto militar-camponês). As pesquisas em andamento indagam as condições socio-históricas que fazem possível a rebelião, as que, no caso boliviano, incluem as brutais condições de dominação e exploração dos indígenas camponeses, particularmente duras nas fazendas, nas quais subsistiam até a Revolução Nacional, a instituição colonial do pongueaje. A Guerra do Chaco, primeiro, e as políticas reformistas dos presidentes Toro, Busch e, sobretudo, Villarroel, geraram uma situação favorável para a toma de consciência, a organização e o decidido passo à acção camponesa, mudando radicalmente o curso da história da classe e do país
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