El sujeto como espectador en el pensamiento de Hannah Arendt: Del juicio estético al juicio político

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Fecha
10/2014
Editorial
Pontificia Universidad Católica Argentina "Santa María de los Buenos Aires". Facultad de Filosofía y Letras. Centro de Estudiantes de Filosofía
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ISSN
1852-7221
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Español
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Resumen
El presente trabajo intenta reconstruir a partir de Arendt, el significado del juicio estético como juicio político. Se busca determinar qué significa para la autora “reflexionar políticamente” mediante la categoría del juicio reflexivo; y, sobre la base de esta idea, dilucidar si es posible elaborar una concepción de juicio reflexivo como principio de toda acción discursiva o narrativa. Esto significa dar testimonio de lo que existe y mostrar al discurso desde lo que existe; es decir, desde el acontecimiento histórico que adquiere su sentido a partir de lo que se enuncia de él. Se trata entonces de indagar sobre la figura del espectador como principal agente constructor de la historia (story) a través del sentimiento de lo reflexivo convertido en juicio y manifestado mediante la figura de la imaginación.
Este trabalho tenta encontrar partindo de Arendt, o significado do juízo estético e do juízo político. Busca-se determinar qual é o significado de “refletir politicamente” para a autora, através da categoria do juízo refletivo, e sobre a base dessa ideia, saber se é possível desenvolver uma consciência do juízo refletivo como principio de toda ação discursiva ou narrativa. Isso significa dar testemunha do que existe e mostrar ao discurso desde o ponto de vista do que existe, isto é, desde o acontecimento histórico que gera seu sentido a partir do que se anuncia dele. Tenta-se então inquirir sobre a figura do espectador como agente principal construtor da historia (story) a través do sentimento do refletivo transformado em juízo e mostrado através da figura da imaginação.
Este trabalho tenta encontrar partindo de Arendt, o significado do juízo estético e do juízo político. Busca-se determinar qual é o significado de “refletir politicamente” para a autora, através da categoria do juízo refletivo, e sobre a base dessa ideia, saber se é possível desenvolver uma consciência do juízo refletivo como principio de toda ação discursiva ou narrativa. Isso significa dar testemunha do que existe e mostrar ao discurso desde o ponto de vista do que existe, isto é, desde o acontecimento histórico que gera seu sentido a partir do que se anuncia dele. Tenta-se então inquirir sobre a figura do espectador como agente principal construtor da historia (story) a través do sentimento do refletivo transformado em juízo e mostrado através da figura da imaginação.
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