Mujeres policías en el mundo: El tratamiento en la prensa española durante las dos primeras décadas del Siglo XX

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Fecha
12/2025
Editorial
Universidad Nacional de Cuyo
Revista
Estudios Sociales Contemporáneos
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ISSN
eISSN
2451-5965
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Idioma
Español
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Resumen
El punto de partida de este artículo es la pregunta acerca del tratamiento, recepción y crítica de la integración de mujeres a las policías en España a inicios del Siglo XX. La historia de las instituciones policiales y la sociología de la fuerza pública se dedicaron a examinar el proceso de incorporación de mujeres a las actividades policiales, pero ante las pocas evidencias acerca de la discusión pública y los posicionamientos sociales acerca de ese desarrollo este artículo constituye un aporte. Con apoyo en esta perspectiva y un corpus documental de 72 ítems de prensa escrita española, de emisión periódica, entre los años 1900 y 1920, analiza las cualidades, habilidades e interpretaciones que legitimaron la creciente incorporación de mujeres a las actividades de vigilancia, seguridad y criminalidad en sociedades occidentales.El aporte de las agentes se conectó con su potencial en la vigilancia del terrorismo y la posibilidad de nuevas formas de espionaje e investigación criminal. La habilitación de emplear mujeres para esta tarea se inscribió en el avance de los derechos laborales de las mujeres. Mientras que en el terreno de la transformación institucional que esto significaba, se instaló en las expectativas de modernización del Estado.
The starting point of this article is the question of how the integration of women into police forces in early 20th-century Spain was treated, received and criticized. The history of police institutions and the sociology of law enforcement have examined the process of incorporating women into policing, but empirical research in this direction is still scarce. This article aims to contribute to filling that gap. Based on a documentary corpus of 72 items from Spanish print media published periodically between 1900 and 1920, the study analyzes the qualities, skills and interpretations that legitimized the inclusion of women in surveillance, security and crime- related activities in Western societies. The role of female officers was linked to their potential in fight against terrorism efforts and the emergence of new forms of espionage and criminal investigation. Allowing women to take on these roles was part of the broader advance in women’s labor rights. At the same time, within the institutional transformation this represented, it was also framed within expectations of state modernization.
O ponto de partida deste artigo é a questão sobre como foi tratada, recebida e criticada a integração de mulheres nas forças policiais da Espanha no início do século XX. A história das instituições policiais e a sociologia da segurança pública analisaram o processo de inclusão das mulheres nas atividades policiais, mas, diante da escassez de evidências sobre o debate público e as posições sociais sobre esse avanço, este artigo busca contribuir para preencher essa lacuna. Com base nessa perspectiva e em um conjunto documental de 72 itens da imprensa espanhola publicados regularmente entre 1900 e 1920, o estudo examina as qualidades, habilidades e interpretações que ajudaram a legitimar a crescente presença feminina nas atividades de vigilância, segurança e combate ao crime nas sociedades ocidentais. O papel das agentes foi associado ao seu potencial na vigilância de ameaças terroristas e à possibilidade de novas formas de espionagem e investigação criminal. A permissão para empregar mulheres nessas funções esteve diretamente ligada ao avanço dos direitos femininos. Ao mesmo tempo, no contexto da transformação institucional que essa mudança representava, ela também foi inserida nas expectativas de modernização do Estado.
The starting point of this article is the question of how the integration of women into police forces in early 20th-century Spain was treated, received and criticized. The history of police institutions and the sociology of law enforcement have examined the process of incorporating women into policing, but empirical research in this direction is still scarce. This article aims to contribute to filling that gap. Based on a documentary corpus of 72 items from Spanish print media published periodically between 1900 and 1920, the study analyzes the qualities, skills and interpretations that legitimized the inclusion of women in surveillance, security and crime- related activities in Western societies. The role of female officers was linked to their potential in fight against terrorism efforts and the emergence of new forms of espionage and criminal investigation. Allowing women to take on these roles was part of the broader advance in women’s labor rights. At the same time, within the institutional transformation this represented, it was also framed within expectations of state modernization.
O ponto de partida deste artigo é a questão sobre como foi tratada, recebida e criticada a integração de mulheres nas forças policiais da Espanha no início do século XX. A história das instituições policiais e a sociologia da segurança pública analisaram o processo de inclusão das mulheres nas atividades policiais, mas, diante da escassez de evidências sobre o debate público e as posições sociais sobre esse avanço, este artigo busca contribuir para preencher essa lacuna. Com base nessa perspectiva e em um conjunto documental de 72 itens da imprensa espanhola publicados regularmente entre 1900 e 1920, o estudo examina as qualidades, habilidades e interpretações que ajudaram a legitimar a crescente presença feminina nas atividades de vigilância, segurança e combate ao crime nas sociedades ocidentais. O papel das agentes foi associado ao seu potencial na vigilância de ameaças terroristas e à possibilidade de novas formas de espionagem e investigação criminal. A permissão para empregar mulheres nessas funções esteve diretamente ligada ao avanço dos direitos femininos. Ao mesmo tempo, no contexto da transformação institucional que essa mudança representava, ela também foi inserida nas expectativas de modernização do Estado.
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