Los humedales de la Región Metropolitana de Buenos Aires: Inundaciones, conflictos ambientales y políticas públicas
; Caruso, Sergio Adrian 
Fecha
2023
Editorial
Edições Universitárias Lusófonas
Revista
Título del libro
Rios urbanos na Iberno-América: casos, contectos e experiencias
Nombre del evento
Fecha del evento
Institución organizadora
ISSN
eISSN
ISBN
978-989-757-239-5
Idioma
Español
Tipo del evento
Clasificación temática
Palabras clave
Resumen
En la Región Metropolitana de Buenos Aires, la ocurrencia de eventos hidrometeorológicos extremos más intensos y frecuentes atribuidos al cambio climático junto a la propagación de inadecuadas modalidades de urbanización de sus áreas bajas asociadas al urbanismo neoliberal, amplificaron el poder destructivo de las inundaciones. Este contexto, sumado a los postulados del ambientalismo y de las medidas de Reducción de Riesgos de Desastres ante el cambio climático derivadas del Marco de Sendai, influyó para que los humedales urbanos cobrasen mayor notoriedad en la agenda pública. El reposicionamiento de estos ambientes (históricamente marginados) proviene, asimismo, de la emergencia de conflictos ambientales gestados por la contraposición de intereses entre los distintos actores sociales que participan en su urbanización; así como de la elaboración de políticas públicas relativas a la conservación de humedales y al desarrollo de medidas de mitigación y adaptación al cambio climático. Desde un abordaje crítico y basado en metodologías cualitativas, este trabajo analiza los tópicos reseñados a través de referentes empíricos, planteando posibles líneas de apertura: las implicancias de políticas ambientales; el papel que tendrán los grupos de más bajos recursos ante este escenario; y, la activación de nuevas estrategias de mercantilización de la naturaleza basada en los humedales.
Na Região Metropolitana de Buenos Aires, a ocorrência de eventos hidrometeorológicos extremos é atribuída às alterações climáticas, são gradualmente, mais intensos e frequentes, juntamente com o alastramento de urbanizações inadequadas (associadas ao urbanismo neoliberal), sobretudo nas áreas baixas, ampliou o poder destrutivo das inundações. Esse contexto, somado aos postulados ambientalistas e às medidas de Redução do Risco de Desastres frente às mudanças climáticas, na sequência do Marco de Sendai, influenciaram para que as zonas úmidas urbanas obtivessem uma maior notoriedade na agenda pública. O reposicionamento desses ambientes (historicamente marginalizados) advém ainda do surgimento de conflitos ambientais, gerados pela oposição de interesses e ações entre os diferentes atores sociais que participam da urbanização destas zonas baixas. Mas, também advém da elaboração de políticas públicas relacionadas com a conservação de zonas úmidas e o desenvolvimento de medidas de mitigação e adaptação às alterações climáticas. A partir de uma abordagem crítica e baseada em metodologias qualitativas, este trabalho analisa as temáticas delineadas através de referências empíricas e propõe possíveis linhas de aproximação: as implicações das políticas ambientais, o papel que os grupos de renda mais baixa desempenhariam neste cenário, e a ativação de novas estratégias de mercantilização da natureza a partir de zonas úmidas.
Na Região Metropolitana de Buenos Aires, a ocorrência de eventos hidrometeorológicos extremos é atribuída às alterações climáticas, são gradualmente, mais intensos e frequentes, juntamente com o alastramento de urbanizações inadequadas (associadas ao urbanismo neoliberal), sobretudo nas áreas baixas, ampliou o poder destrutivo das inundações. Esse contexto, somado aos postulados ambientalistas e às medidas de Redução do Risco de Desastres frente às mudanças climáticas, na sequência do Marco de Sendai, influenciaram para que as zonas úmidas urbanas obtivessem uma maior notoriedade na agenda pública. O reposicionamento desses ambientes (historicamente marginalizados) advém ainda do surgimento de conflitos ambientais, gerados pela oposição de interesses e ações entre os diferentes atores sociais que participam da urbanização destas zonas baixas. Mas, também advém da elaboração de políticas públicas relacionadas com a conservação de zonas úmidas e o desenvolvimento de medidas de mitigação e adaptação às alterações climáticas. A partir de uma abordagem crítica e baseada em metodologias qualitativas, este trabalho analisa as temáticas delineadas através de referências empíricas e propõe possíveis linhas de aproximação: as implicações das políticas ambientais, o papel que os grupos de renda mais baixa desempenhariam neste cenário, e a ativação de novas estratégias de mercantilização da natureza a partir de zonas úmidas.
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