Prácticas de maternidad compartida en contexto de encierro: una mirada a la construcción del orden social carcelario

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Fecha
12/2015
Editorial
Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Instituto de Ciências Sociais
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Institución organizadora
ISSN
2317-1456
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Idioma
Español
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Palabras clave
Mujer , Prisión , Maternidad Compartida , Mulher , Prisão , Maternidade Compartilhada , Woman , Jail , Shared Motherhood
Resumen
El presente artículo constituye una aproximación a los modos que adopta el ejercicio de la maternidad en contexto de encierro carcelario. Estas reflexiones son producto del trabajo de campo etnográfico realizado en un Instituto Correccional de Argentina que aloja mujeres adultas. Se desarrolla a lo largo del texto una mirada original acerca de la construcción del orden social carcelario, a partir de la comprensión de los discursos y las prácticas de las detenidas respecto de su maternidad: sentidos tradicionales y hegemónicos se suman a prácticas de maternidad compartida, como una forma específica de ser “buena madre” al interior del presidio, diseminando las responsabilidades, los valores y las acciones individuales en compromisos compartidos; potenciando de esta manera el rol social de la maternidad.
O presente artigo constitui uma aproximação aos modos que adota o exercício da maternidade em um contexto de encerro carcerário. Estas reflexões são produto do trabalho de campo etnográfico realizado em um Instituto Correcional da Argentina, que aloja mulheres adultas. Desenvolve-se ao longo do texto, uma visão original acerca da construção da ordem social carcerária, a partir da compreensão dos discursos e das práticas das detentas à respeito de sua maternidade: sentidos tradicionais e hegemônicos se somam à prática de maternidade compartilhada, como uma forma específica de ser "boa mãe" ao interior do presídio, disseminando as responsabilidades, os valores e as ações individuais em compromissos compartilhados; potencializando dessa forma a função social da maternidade.
This paper is approaches the forms adopted by the exercise of motherhood in the context of prison confinement. These reflections are the result of ethnographic fieldwork conducted in an Argentine Correctional Institution that houses adult women. An original look about the construction of the social order in prison is developed along this article. The focus lays on the discourses and practices of prisoners regarding their motherhood, and how traditional and hegemonic senses are added to shared motherhood practices as a specific way of being a "good mother" inside prison. Responsibilities, values and individual actions on shared commitments are spread and, thus, the social role of motherhood is potentiated.
O presente artigo constitui uma aproximação aos modos que adota o exercício da maternidade em um contexto de encerro carcerário. Estas reflexões são produto do trabalho de campo etnográfico realizado em um Instituto Correcional da Argentina, que aloja mulheres adultas. Desenvolve-se ao longo do texto, uma visão original acerca da construção da ordem social carcerária, a partir da compreensão dos discursos e das práticas das detentas à respeito de sua maternidade: sentidos tradicionais e hegemônicos se somam à prática de maternidade compartilhada, como uma forma específica de ser "boa mãe" ao interior do presídio, disseminando as responsabilidades, os valores e as ações individuais em compromissos compartilhados; potencializando dessa forma a função social da maternidade.
This paper is approaches the forms adopted by the exercise of motherhood in the context of prison confinement. These reflections are the result of ethnographic fieldwork conducted in an Argentine Correctional Institution that houses adult women. An original look about the construction of the social order in prison is developed along this article. The focus lays on the discourses and practices of prisoners regarding their motherhood, and how traditional and hegemonic senses are added to shared motherhood practices as a specific way of being a "good mother" inside prison. Responsibilities, values and individual actions on shared commitments are spread and, thus, the social role of motherhood is potentiated.
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