Ambiente Animal y Mundo Humano: Heidegger y la excepcionalidad humana en los Grundbegriffe de 1929

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Fecha
02/2025
Editorial
Universidade Federal de São Paulo
Revista
Prometeica
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ISSN
1852-9488
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Idioma
Español
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Resumen
Este artículo propone una reconstrucción del análisis comparativo ofrecido por Heidegger en los Grundbegriffe (1929) en torno a la diferencia entre animales y humanos, con el objetivo general de establecer afinidades entre Heidegger y algunas líneas contemporáneas en filosofía y estudios de cognición animal. Luego de abordar el argumento original de Heidegger, analizaré dos tipos de crítica que han sido dirigidas al mismo, para luego responder a las mismas sobre la base de la concepción heideggeriana del organismo biológico, y del carácter semiótico que yace en el corazón de su caracterización de la conducta animal y el comportamiento humano.
Este artigo propõe uma reconstrução da análise comparativa oferecida por Heidegger nos Grundbegriffe (1929) sobre a diferença entre animais e humanos, com o objetivo geral de estabelecer afinidades entre Heidegger e algumas linhas contemporâneas na filosofia e nos estudos da cognição animal. Após abordar o argumento original de Heidegger, analisarei dois tipos de crítica que foram dirigidos a ele, para então responder a essas críticas com base na concepção heideggeriana do organismo biológico e no caráter semiótico que reside no cerne de sua caracterização da conduta animal e do comportamento humano. Concluirei explorando brevemente algumas consequências éticas que surgem desta abordagem, nomeadamente, que a racionalidade humana não designa uma propriedade da espécie, mas sim uma relação específica (normativa) com o meio ambiente, e portanto, que esta relação não é exclusiva (nem essencial) do animal humano.
This article proposes a reconstruction of the comparative analysis offered by Heidegger in his 1929 Grundbegriffe concerning the difference between animals and humans. My main goal is to establish certain affinities between Heidegger and some contemporary lines of philosophy and studies of animal cognition. After addressing Heidegger’s original argument, I will analyze two types of criticism that have been directed at it, and then respond to these criticisms based on Heidegger’s conception of the biological organism and the semiotic nature at the heart of his characterization of animal behavior and human comportment. I will conclude by briefly exploring some ethical consequences that arise from this approach, namely, that human rationality does not designate a property of the species, but a specific (normative) relationship with the environment, and therefore, that said relationship is not exclusive (nor essential) to the human animal.
Este artigo propõe uma reconstrução da análise comparativa oferecida por Heidegger nos Grundbegriffe (1929) sobre a diferença entre animais e humanos, com o objetivo geral de estabelecer afinidades entre Heidegger e algumas linhas contemporâneas na filosofia e nos estudos da cognição animal. Após abordar o argumento original de Heidegger, analisarei dois tipos de crítica que foram dirigidos a ele, para então responder a essas críticas com base na concepção heideggeriana do organismo biológico e no caráter semiótico que reside no cerne de sua caracterização da conduta animal e do comportamento humano. Concluirei explorando brevemente algumas consequências éticas que surgem desta abordagem, nomeadamente, que a racionalidade humana não designa uma propriedade da espécie, mas sim uma relação específica (normativa) com o meio ambiente, e portanto, que esta relação não é exclusiva (nem essencial) do animal humano.
This article proposes a reconstruction of the comparative analysis offered by Heidegger in his 1929 Grundbegriffe concerning the difference between animals and humans. My main goal is to establish certain affinities between Heidegger and some contemporary lines of philosophy and studies of animal cognition. After addressing Heidegger’s original argument, I will analyze two types of criticism that have been directed at it, and then respond to these criticisms based on Heidegger’s conception of the biological organism and the semiotic nature at the heart of his characterization of animal behavior and human comportment. I will conclude by briefly exploring some ethical consequences that arise from this approach, namely, that human rationality does not designate a property of the species, but a specific (normative) relationship with the environment, and therefore, that said relationship is not exclusive (nor essential) to the human animal.
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