El giro escritural de la historiografía mapuche: alfabeto y archivos en las fronteras : un estado de la cuestión
; de Jong, Ingrid Lilia 
Otros responsables
Fecha
08/2019
Editorial
Universidad Nacional de La Pampa. Facultad de Ciencias Humanas. Instituto de Estudios Socio- Históricos
Revista
Quinto Sol
Título del libro
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Fecha del evento
Institución organizadora
ISSN
1851-2879
eISSN
ISBN
Idioma
Español
Tipo del evento
Clasificación temática
Resumen
Este trabajo traza un panorama de los avances recientes en el conocimiento de la apropiación y usos de la escritura por la población indígena de Pampa, Patagonia y Araucanía entre los siglos XVIII y XXI. Se rescatan los aportes en la identificación y análisis de diversos corpus de factura indígena que permitieron complejizar el conocimiento sobre las relaciones políticas entre los representantes indígenas y agentes estatales. También se destaca la apropiación de la escritura como herramienta en la diplomacia fronteriza y como expresión de las redes comerciales, parentales y militares que dinamizaban estas regiones. Asimismo, este texto introduce la lectura de los artículos del dossier que se publica en este número de la revista Quinto Sol . La pregunta por los formatos, especificidad y características de los archivos indígenas es el eje para esta interpretación integradora de los artículos que se presentan.
This work traces an overview of recent advances in the knowledge about the appropriation and uses of writing by the indigenous population of Pampa, Patagonia and Araucanía between the 18th and the 21st centuries. The contributions to the identification and analysis of diverse corpus produced by indigenous people are stressed, since they allowed to achieve a more complex knowledge on the political relations between the indigenous leaders and state agents, highlighting the appropriation of the writing as a tool in the frontier diplomacy and as an expression of the commercial, parental and military networks that connected these regions. Also, this text introduces the papers in this special issue. The question about the formats, specificity and features of indigenous archives is the axis for this integrating reading of the articles to be presented.
Este trabalho traça um panorama dos avances recentes no conhecimento da apropriação e usos da escritura pela população indígena de Pampa, Patagônia e Araucanía entre os séculos XVIII e XIX. Resgatam-se os aportes na identificação e análise de diversos corpus de fatura indígena que permitiram aprofundar no conhecimento sobre as relações políticas entre os representantes indígenas e os agentes estatais. Também, destaca-se a apropriação da escritura como ferramenta na diplomacia fronteiriça e como expansão das redes comerciais, parentais e militares que dinamizavam estas regiões. Assim mesmo este texto introduz a leitura dos artigos do dossiê que se publica neste número da Revista Quinto Sol. A pergunta pelos formatos, especificidade e características dos arquivos indígenas é o eixo para esta interpretação integradora dos artigos que se apresentam.
This work traces an overview of recent advances in the knowledge about the appropriation and uses of writing by the indigenous population of Pampa, Patagonia and Araucanía between the 18th and the 21st centuries. The contributions to the identification and analysis of diverse corpus produced by indigenous people are stressed, since they allowed to achieve a more complex knowledge on the political relations between the indigenous leaders and state agents, highlighting the appropriation of the writing as a tool in the frontier diplomacy and as an expression of the commercial, parental and military networks that connected these regions. Also, this text introduces the papers in this special issue. The question about the formats, specificity and features of indigenous archives is the axis for this integrating reading of the articles to be presented.
Este trabalho traça um panorama dos avances recentes no conhecimento da apropriação e usos da escritura pela população indígena de Pampa, Patagônia e Araucanía entre os séculos XVIII e XIX. Resgatam-se os aportes na identificação e análise de diversos corpus de fatura indígena que permitiram aprofundar no conhecimento sobre as relações políticas entre os representantes indígenas e os agentes estatais. Também, destaca-se a apropriação da escritura como ferramenta na diplomacia fronteiriça e como expansão das redes comerciais, parentais e militares que dinamizavam estas regiões. Assim mesmo este texto introduz a leitura dos artigos do dossiê que se publica neste número da Revista Quinto Sol. A pergunta pelos formatos, especificidade e características dos arquivos indígenas é o eixo para esta interpretação integradora dos artigos que se apresentam.
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