Apuntes para repensar el quehacer antropológico y labor pericial con poblaciones indígenas
; Manzanelli, Macarena del Pilar
; Engelman, Juan Manuel 
Otros responsables
Fecha
06/2026
Editorial
Universidad Nacional de Rosario. Facultad de Humanidades y Artes. Escuela de Antropología
Revista
Revista de la Escuela de Antropología
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Fecha del evento
Institución organizadora
ISSN
1852-1576
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Idioma
Español
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Resumen
El presente artículo se propone reflexionar sobre el quehacer antropológico en contextos de judicialización de los reclamos indígenas, a partir del análisis de diversas experiencias de elaboración de pericias antropológicas, informes técnicos y trabajos de diagnósticos de presencia indígena y territoriales solicitados por comunidades indígenas en las provincias de Buenos Aires y Tucumán. A través de los casos de Punta Querandí, la Comunidad Multiétnica Tres Ombúes, la comunidad mapuche Kalfulafken y la Comunidad Indio Colalao, se examinarán las implicancias epistemológicas, metodológicas y políticas de la labor pericial cuando el conocimiento antropológico es interpelado por el campo jurídico. Veremos que las pericias antropológicas permiten historizar los conflictos, visibilizar las trayectorias colectivas y cuestionar las miradas esencialistas sobre la identidad indígena. De esta manera, lejos de ser un insumo meramente técnico, constituyen una herramienta estratégica que contribuye a complejizar los procesos judiciales y a fortalecer las demandas territoriales y de reconocimiento de los pueblos indígenas.
This article aims to reflect on anthropological practice in contexts of judicialisation of indigenous claims, based on an analysis of various experiences in the preparation of anthropological expert reports, technical reports, and diagnostic studies on indigenous presence and territorial claims requested by indigenous communities in the provinces of Buenos Aires and Tucumán. Through the cases of Punta Querandí, the Tres Ombúes Multiethnic Community, the Kalfulafken Mapuche community, and the Colalao Indigenous Community, we will examine the epistemological, methodological, and political implications of expert work when anthropological knowledge is called upon by the legal field. We shall see that anthropological expert reports allow us to historicize conflicts, bring visibility to collective trajectories, and to question essentialist views on indigenous identity. Thus, far from being a merely technical input, anthropological expert work is a strategic tool that contributes to adding complexity to judicial processes and to strengthening the territorial and recognition claims of indigenous peoples.
O presente artigo tem como objetivo refletir sobre a prática antropológica em contextos de judicialização das reivindicações indígenas, a partir da análise de diversas experiências de elaboração de peritagens antropológicas, relatórios técnicos e trabalhos de diagnóstico da presença indígena e territorial solicitados por comunidades indígenas nas províncias de Buenos Aires e Tucumán. Por meio dos casos de Punta Querandí, da Comunidade Multiétnica Tres Ombúes, da comunidade mapuche Kalfulafken e da Comunidade Índio Colalao, serão examinadas as implicações epistemológicas, metodológicas e políticas do trabalho pericial quando o conhecimento antropológico é interpelado pelo campo jurídico. Notaremos que as peritagens antropológicas permitem historiar os conflitos, dar visibilidade às trajetórias coletivas e questionar as visões essencialistas sobre a identidade indígena. Dessa forma, longe de serem um insumo meramente técnico, constituem uma ferramenta estratégica que contribui para complexificar os processos judiciais e fortalecer as reivindicações territoriais e de reconhecimento dos povos indígenas.
This article aims to reflect on anthropological practice in contexts of judicialisation of indigenous claims, based on an analysis of various experiences in the preparation of anthropological expert reports, technical reports, and diagnostic studies on indigenous presence and territorial claims requested by indigenous communities in the provinces of Buenos Aires and Tucumán. Through the cases of Punta Querandí, the Tres Ombúes Multiethnic Community, the Kalfulafken Mapuche community, and the Colalao Indigenous Community, we will examine the epistemological, methodological, and political implications of expert work when anthropological knowledge is called upon by the legal field. We shall see that anthropological expert reports allow us to historicize conflicts, bring visibility to collective trajectories, and to question essentialist views on indigenous identity. Thus, far from being a merely technical input, anthropological expert work is a strategic tool that contributes to adding complexity to judicial processes and to strengthening the territorial and recognition claims of indigenous peoples.
O presente artigo tem como objetivo refletir sobre a prática antropológica em contextos de judicialização das reivindicações indígenas, a partir da análise de diversas experiências de elaboração de peritagens antropológicas, relatórios técnicos e trabalhos de diagnóstico da presença indígena e territorial solicitados por comunidades indígenas nas províncias de Buenos Aires e Tucumán. Por meio dos casos de Punta Querandí, da Comunidade Multiétnica Tres Ombúes, da comunidade mapuche Kalfulafken e da Comunidade Índio Colalao, serão examinadas as implicações epistemológicas, metodológicas e políticas do trabalho pericial quando o conhecimento antropológico é interpelado pelo campo jurídico. Notaremos que as peritagens antropológicas permitem historiar os conflitos, dar visibilidade às trajetórias coletivas e questionar as visões essencialistas sobre a identidade indígena. Dessa forma, longe de serem um insumo meramente técnico, constituem uma ferramenta estratégica que contribui para complexificar os processos judiciais e fortalecer as reivindicações territoriais e de reconhecimento dos povos indígenas.
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