Aportes teóricos para la discusión sobre los animales no humanos como sujetos de derecho

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Fecha
12/2017
Editorial
Instituto Latinoamericano de Estudios Críticos Animale
Revista
Revista Latinoamericana de Estudios Críticos Animales
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Institución organizadora
ISSN
2346-920X
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Idioma
Español
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Resumen
Este trabajo tiene como objetivo presentar argumentos a favor del reconocimiento de los animales no humanos como sujetos de derecho. Además, con relación a esta cuestión, expondré los argumentos de Will Kymlicka para abrir una tercera vía frente a las dos estrategias clásicas de activistas y teóricos por los derechos de los demás animales: declaración de la personalidad legal de animales concretos versus reformas parciales a los regímenes legales de explotación sin discutir su estatus de cosa. En la primera parte del trabajo se abordarán algunos aspectos que se estima podrían ser obstáculos menores a la hora de hacer avanzar la discusión, como es la cuestión del significado de las palabras, para luego avanzar con herramientas de la teoría del derecho de Carlos Nino, con especial referencia a la cuestión de la interpretación. En la segunda parte se explicará la causa subyacente del rechazo a considerar sujetos de derecho a los animales, el especismo, y cómo este es un posicionamiento moralmente injustificado. Por último, y de forma breve, me referiré a las ideas de Kymlicka sobre los animales como ciudadanos y las nuevas estrategias que llevan a cabo personas no involucradas con el movimiento de liberación animal pero que podrían ser la antesala de un nuevo camino hacia el fin de la explotación.
Este trabalho tem como objetivo apresentar argumentos favoráveis ao reconhecimento dos animais não-humanos como sujeitos de direito. Ademais, no que concerne a tal questão, iremos expor os argumentos de Will Kymlicka para abrir um terceiro eixo articulador em relação as duas estratégias clássicas de ativistas e teóricos pelos direitos dos demais animais: declaração da personalidade legal dos animais concretos versus reformas parciais nos regimentos legais de exploração sem discutir seu status de coisa. Na primeira parte do trabalho abordaremos alguns aspectos que poderiam ser considerados como obstáculos menores para o avanço da discussão, como aquele concernente ao significado das palavras, para em seguida avançarmos com as ferramentas da teoria do direito de Carlos Nino, com especial atenção à questão da interpretação. Na segunda parte, explicaremos a causa subjacente à recusa em considerar os animais como sujeitos de direito, o especismo, e como este é um posicionamento moralmente injustificado. Por último, e de forma breve, iremos nos referir às ideias de Kymlicka sobre os animais como cidadãos e sobre as novas estratégias que pessoas não envolvidas com o movimento de libertação animal realizam, mas que poderiam ser o prelúdio relativo a um novo caminho mediante o fim da exploração.
The goal of this paper is to argue in favor of the declaration of legal personhood for non-human animals. Moreover, as part of the argumentation, I will make reference to Will Kymlicka’s reasons to open a third articulating axis in relation to the two classical strategies of activists and animal rights researchers: i.e. legal personhood of concrete animals versus partial reforms concerning legal regiments of exploration without discussing its status of thing. In the first part of this paper I will address some minor issues that may be considered as obstacles to the legal personhood declaration for non-human animals, the problem of the meaning of the words; then I will work with Carlos Nino and his law theory, with special attention regarding to the question of interpretation. In the second part, we will explain the underlying cause regarding the refusal to consider animals as subjects of law, i.e. speciesism, and how this is a morally unjustified position. Finally, and briefly, we will refer to Kymlicka's ideas on animals as citizens and on the new strategies that people who are not involved in the animal liberation movement do, and how these could be a prelude to a new path through the end of the exploration.
Este trabalho tem como objetivo apresentar argumentos favoráveis ao reconhecimento dos animais não-humanos como sujeitos de direito. Ademais, no que concerne a tal questão, iremos expor os argumentos de Will Kymlicka para abrir um terceiro eixo articulador em relação as duas estratégias clássicas de ativistas e teóricos pelos direitos dos demais animais: declaração da personalidade legal dos animais concretos versus reformas parciais nos regimentos legais de exploração sem discutir seu status de coisa. Na primeira parte do trabalho abordaremos alguns aspectos que poderiam ser considerados como obstáculos menores para o avanço da discussão, como aquele concernente ao significado das palavras, para em seguida avançarmos com as ferramentas da teoria do direito de Carlos Nino, com especial atenção à questão da interpretação. Na segunda parte, explicaremos a causa subjacente à recusa em considerar os animais como sujeitos de direito, o especismo, e como este é um posicionamento moralmente injustificado. Por último, e de forma breve, iremos nos referir às ideias de Kymlicka sobre os animais como cidadãos e sobre as novas estratégias que pessoas não envolvidas com o movimento de libertação animal realizam, mas que poderiam ser o prelúdio relativo a um novo caminho mediante o fim da exploração.
The goal of this paper is to argue in favor of the declaration of legal personhood for non-human animals. Moreover, as part of the argumentation, I will make reference to Will Kymlicka’s reasons to open a third articulating axis in relation to the two classical strategies of activists and animal rights researchers: i.e. legal personhood of concrete animals versus partial reforms concerning legal regiments of exploration without discussing its status of thing. In the first part of this paper I will address some minor issues that may be considered as obstacles to the legal personhood declaration for non-human animals, the problem of the meaning of the words; then I will work with Carlos Nino and his law theory, with special attention regarding to the question of interpretation. In the second part, we will explain the underlying cause regarding the refusal to consider animals as subjects of law, i.e. speciesism, and how this is a morally unjustified position. Finally, and briefly, we will refer to Kymlicka's ideas on animals as citizens and on the new strategies that people who are not involved in the animal liberation movement do, and how these could be a prelude to a new path through the end of the exploration.
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