Participación de jóvenes paraguayas en el feminismo popular de Argentina

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Fecha
05/2023
Editorial
Universidad de Lagos
Revista
Polis
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Institución organizadora
ISSN
0717-6554
eISSN
0718-6568
ISBN
Idioma
Español
Tipo del evento
Clasificación temática
Resumen
En diálogo con los estudios de juventudes y los estudios feministas, este artículo busca comprender la participación de jóvenes paraguayas en el feminismo popular de Argentina. En el marco de una investigación acción participativa, colectiva y feminista, desarrollé una etnografía presencial y digital con ellas en dos barrios populares de San Martín antes y durante la pandemia de 2020. Focalizando en la intersección del género con la edad y el origen nacional, se vislumbran distintas subjetividades en tanto “jóvenes”, “mujeres” o “migrantes” que motorizan su activismo en el barrio. El estudio concluye que la participación de las jóvenes migrantes en espacios feministas, ya sean colectivos autogestionados y/o movimientos sociales, es crucial para acceder a derechos de los que carecen en el país de origen. Al mismo tiempo, a través de su incursión en el feminismo popular en el país de destino, no solo luchan contra las desigualdades que las aquejan, sino que introducen nuevas demandas y sentidos que disputan con los feminismos académicos.
In dialogue with youth and feminist studies, this article seeks to understand the participation of Paraguayan youth in popular feminism in Argentina. Within a participatory, collective and feminist action research, I developed with them a face-to-face and digital ethnography in two popular neighborhoods of San Martín before and during the 2020 pandemic. Focusing on the intersection of gender with age and national origin, different subjectivities such as "young people", "women" and/or "migrants" emerged in their activism in the neighborhood. The study concludes that the participation of young migrants in feminist spaces, whether they are self-managed groups or social movements, is crucial to access rights that they lack in the country of origin. At the same time, through their incursion into popular feminism in the country of destination, they not only fight against the inequalities that afflict them, but also introduce new demands and meanings that dispute with academic feminisms.
Em diálogo com os estudos da juventude e os estudos feministas, este artigo busca compreender a participação da juventude paraguaia no feminismo popular na Argentina. Como parte de uma pesquisa-ação participativa, coletiva e feminista, desenvolvi com elas uma etnografia presencial e digital em dois bairros populares de San Martín antes e durante a pandemia de 2020. Com foco na intersecção de gênero com idade e nacionalidade, vislumbram-se diferentes subjetividades como “jovens”, “mulheres” ou “migrantes” que promovem seu ativismo no bairro. O estudo conclui que a participação de jovens migrantes em espaços feministas, sejam eles grupos de autogestão e/ou movimentos sociais, é essencial para o acesso a direitos que lhes faltam em seu país de origem. Ao mesmo tempo, por meio de sua incursão no feminismo popular no país de destino, elas não apenas combatem as desigualdades que as afligem, mas também introduzem novas demandas e significados que disputam com os feminismos mais acadêmicos.
In dialogue with youth and feminist studies, this article seeks to understand the participation of Paraguayan youth in popular feminism in Argentina. Within a participatory, collective and feminist action research, I developed with them a face-to-face and digital ethnography in two popular neighborhoods of San Martín before and during the 2020 pandemic. Focusing on the intersection of gender with age and national origin, different subjectivities such as "young people", "women" and/or "migrants" emerged in their activism in the neighborhood. The study concludes that the participation of young migrants in feminist spaces, whether they are self-managed groups or social movements, is crucial to access rights that they lack in the country of origin. At the same time, through their incursion into popular feminism in the country of destination, they not only fight against the inequalities that afflict them, but also introduce new demands and meanings that dispute with academic feminisms.
Em diálogo com os estudos da juventude e os estudos feministas, este artigo busca compreender a participação da juventude paraguaia no feminismo popular na Argentina. Como parte de uma pesquisa-ação participativa, coletiva e feminista, desenvolvi com elas uma etnografia presencial e digital em dois bairros populares de San Martín antes e durante a pandemia de 2020. Com foco na intersecção de gênero com idade e nacionalidade, vislumbram-se diferentes subjetividades como “jovens”, “mulheres” ou “migrantes” que promovem seu ativismo no bairro. O estudo conclui que a participação de jovens migrantes em espaços feministas, sejam eles grupos de autogestão e/ou movimentos sociais, é essencial para o acesso a direitos que lhes faltam em seu país de origem. Ao mesmo tempo, por meio de sua incursão no feminismo popular no país de destino, elas não apenas combatem as desigualdades que as afligem, mas também introduzem novas demandas e significados que disputam com os feminismos mais acadêmicos.
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