Desprendimiento androcéntrico: Pensar la matriz colonial de poder desde los aportes de Silvia Federici y María Lugones

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Fecha
06/2014
Editorial
Pontificia Universidad Javeriana
Revista
Universitas Humanística
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ISSN
0120-4807
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Idioma
Español
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Resumen
Este artículo pretende aportar a la comprensión del carácter sexuado generizado y racializado de lacolonialidad, desde una aproximación crítica a la noción de matriz colonial de poder. Recuperandolas contribuciones feministas de Federici y Lugones, complejizaremos el lugar que el género, lasexualidad y la raza tienen en la configuración del sistema de dominación. En el caso de Federici,procuraremos recuperar el rol que le asigna a la caza de brujas en el proceso de acumulación primitivadel capital, ampliando y complejizando esta noción clave de la teoría marxista. En el caso de Lugones,apelamos a su crítica a Quijano, para estirar los límites de la compresión en torno al lugar del géneroy la sexualidad en la configuración de la matriz colonial de poder. Retomando el vuelco descolonialcomo perspectiva crítica al marxismo eurocéntrico, buscaremos contribuir desde el feminismo, aldesprendimiento androcéntrico de la perspectiva descolonial.
This article seeks to contribute to the understanding of the gendered and racialized nature of colonialism from a critical approach of the notion of colonial matrix of power. Bringing back Federici’s and Lugones’ feminist contributions, we will deepen the place that gender, sexuality and race have in shaping the system of domination. In the case of Federici, we will try to recover the role assigned to the witch hunts in the process of primitive accumulation of capital, expanding and deepening this key notion of the Marxist theory. In the case of Lugones, we appeal to her critique of Quijano to stretch the compression limits around the place of gender and sexuality in shaping the colonial matrix of power. Picking up again the decolonial upset as a critical approach to Eurocentric Marxism, we seek to contribute, from feminism, to the androcentric detachment of the decolonial perspective.
Este artigo visa aportar à compreensão do carácter sexuado generizado e racializado da colonialidade, desde uma aproximação crítica à noção de matriz colonial de poder. Recuperando as contribuições feministas de Federici e Lugones, complexaremos o lugar que gênero, sexualidade e raça têm na configuração do sistema de dominação. No caso de Federici, procuraremos recuperar o papel que assigna à caça às bruxas no processo de acumulação primitiva de capital, estendendo e complexando esta noção chave da teoria marxista. No caso de Lugones, apelamos a sua crítica a Quijano, para alongar os limites da compreensão em torno do lugar do gênero e a sexualidade na configuração da matriz colonial de poder. Retomando o giro descolonial como perspectiva crítica ao marxismo eurocêntrico, visaremos contribuir desde o feminismo, ao desprendimento androcêntrico da perspectiva descolonial.
This article seeks to contribute to the understanding of the gendered and racialized nature of colonialism from a critical approach of the notion of colonial matrix of power. Bringing back Federici’s and Lugones’ feminist contributions, we will deepen the place that gender, sexuality and race have in shaping the system of domination. In the case of Federici, we will try to recover the role assigned to the witch hunts in the process of primitive accumulation of capital, expanding and deepening this key notion of the Marxist theory. In the case of Lugones, we appeal to her critique of Quijano to stretch the compression limits around the place of gender and sexuality in shaping the colonial matrix of power. Picking up again the decolonial upset as a critical approach to Eurocentric Marxism, we seek to contribute, from feminism, to the androcentric detachment of the decolonial perspective.
Este artigo visa aportar à compreensão do carácter sexuado generizado e racializado da colonialidade, desde uma aproximação crítica à noção de matriz colonial de poder. Recuperando as contribuições feministas de Federici e Lugones, complexaremos o lugar que gênero, sexualidade e raça têm na configuração do sistema de dominação. No caso de Federici, procuraremos recuperar o papel que assigna à caça às bruxas no processo de acumulação primitiva de capital, estendendo e complexando esta noção chave da teoria marxista. No caso de Lugones, apelamos a sua crítica a Quijano, para alongar os limites da compreensão em torno do lugar do gênero e a sexualidade na configuração da matriz colonial de poder. Retomando o giro descolonial como perspectiva crítica ao marxismo eurocêntrico, visaremos contribuir desde o feminismo, ao desprendimento androcêntrico da perspectiva descolonial.
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