Early triassic temnospondyl skull fragments from southern South America (Paraná Basin, Brazil)
; Schulz, Cesar Otros responsables
Fecha
12/2005
Editorial
Sociedade Brasileira de Paleontologia
Revista
Revista Brasileira de Paleontologia
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Institución organizadora
ISSN
1519-7530
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Idioma
Inglés
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Resumen
Fragmentary eotriassic temnospondyl skull remains have been recovered from levels of the Sanga do Cabral Formation in the Paraná Basin. Despite the fragmentary nature of the material, several specimens can be identified and described herein. Some are tentatively attributed to rhytidosteids, based on the ornamentation of the dermal bones, and others are identified simply as Temnospondyli incertae sedis. The rhytidosteids seem to have dominated aquatic environments during the Early Triassic and some paleoecological implications are
discussed. In the Upper Permian, medium-large rhinesuchid faunas inhabited the Paraná Basin and by the end of Paleozoic they become extinct. During the Lower Triassic, they were replaced, by a quite abundant fauna mainly represented by small rhytidosteids. The uppermost Permian strata in the Paraná Basin are represented by the Pirambóia Formation which was deposited under aeolian conditions. so the environmental conditions had changed from humid to arid. This could help to explain the ‘sudden’ disappearance of the rhinesuchids from this
depocenter at the end of Permian. When more humid conditions returned to this basin during the Early Triassic, the rhytidosteids might had been the first group to arrive. However, an alternative explanation is that this abundance of rhytidosteids be a taphonomic artifact that only preserved animals from selected habitats.
Restos de fragmentos cranianos de temnospôndilos eotriássicos foram coletados na Formação Sanga do Cabral, pertencente à bacia do Paraná. Embora fragmentários, alguns deles são descritos e identificados no presente trabalho. Vários fragmentos foram tentativamente atribuídos a ritidosteídeos, com base na ornamentação característica e diagnóstica dos ossos dérmicos, enquanto outros fragmentos foram somente identificados como Temnospondyli incertae sedis. Os ritidosteídeos parecem ter dominado os ambientes aquáticos durante o Eotriássico e assim algumas considerações são discutidas. No Permiano Superior, rinessuquídeos de tamanho médio a grande habitaram a Bacia do Paraná tendo se tornado extintos no final do Paleozóico. Durante o Neotriássico, foram substituídos por uma fauna abundante representada em sua maioria por pequenos ritidosteídeos. Os níveis superiores do Permiano da Bacia do Paraná são representados pela Formação Pirambóia, depositada predominantemente sob condições eólicas. Essa mudança ambiental de úmido para árido poderia explicar o ‘súbito’ desaparecimento dos rinessuquídeos deste depocentro no final do Permiano. Quando condições mais úmidas retornaram a esta bacia durante o Neotriássico, os ritidosteídeos foram os primeiros a colonizar esta área. Contudo, uma explicação alternativa seria que esta abundância de ritidosteídeos corresponderia a um artefato tafonômico, em que se preservariam apenas animais de ambientes selecionados.
Restos de fragmentos cranianos de temnospôndilos eotriássicos foram coletados na Formação Sanga do Cabral, pertencente à bacia do Paraná. Embora fragmentários, alguns deles são descritos e identificados no presente trabalho. Vários fragmentos foram tentativamente atribuídos a ritidosteídeos, com base na ornamentação característica e diagnóstica dos ossos dérmicos, enquanto outros fragmentos foram somente identificados como Temnospondyli incertae sedis. Os ritidosteídeos parecem ter dominado os ambientes aquáticos durante o Eotriássico e assim algumas considerações são discutidas. No Permiano Superior, rinessuquídeos de tamanho médio a grande habitaram a Bacia do Paraná tendo se tornado extintos no final do Paleozóico. Durante o Neotriássico, foram substituídos por uma fauna abundante representada em sua maioria por pequenos ritidosteídeos. Os níveis superiores do Permiano da Bacia do Paraná são representados pela Formação Pirambóia, depositada predominantemente sob condições eólicas. Essa mudança ambiental de úmido para árido poderia explicar o ‘súbito’ desaparecimento dos rinessuquídeos deste depocentro no final do Permiano. Quando condições mais úmidas retornaram a esta bacia durante o Neotriássico, os ritidosteídeos foram os primeiros a colonizar esta área. Contudo, uma explicação alternativa seria que esta abundância de ritidosteídeos corresponderia a um artefato tafonômico, em que se preservariam apenas animais de ambientes selecionados.
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