Un memorial para el genocidio en el Chaco argentino

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Fecha
12/2024
Editorial
Universidade Estadual de Goiás. Programa de Pós Graduação em História
Revista
Revista de História da UEG
Título del libro
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Fecha del evento
Institución organizadora
ISSN
2316-4379
eISSN
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Idioma
Español
Tipo del evento
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Palabras clave
Resumen
El 19 de julio de 1924 se inició una masacre en la Reducción de Napalpí (Chaco, Argentina), causando la muerte de cientos de personas qom y moqoit. La persecución implacable a las familias que huían se extendió por tres meses. Ochenta años después, un grupo de jóvenes qom comenzó a indagar en las memorias de sus abuelos sobre la historia de su pueblo y especialmente sobre aquellos hechos que se narraban en secreto y se llenaban de silencios. Las investigaciones de estos jóvenes lograron superar ciertos presupuestos para recuperar detalles olvidados y para dar expresión espacial a las narrativas, fortaleciendo la identificación con el antiguo territorio, y especialmente, para expresar la necesidad y el derecho de llevar al estado nacional a juicio, para lo cual se creó la Fundación Napalpí. A la víspera del centenario de la masacre culminó el llamado “juicio por la verdad” y se construyó un memorial cercano a una de las fosas comunes originadas en la matanza de 1924, que incluye cuerpos restituidos por el Museo de la Plata y el de un combatiente de Malvinas, todos ellos Qom.
Em 19 de julho de 1924, foi iniciado um massacre na Redução de Napalpí (Chaco, Argentina), causando a morte de centenas de pessoas qom y moqoit. A perseguição implacável às famílias que se estendeu por três meses. Oitenta anos depois, um grupo de jovens que começou a se lembrar das memórias de seus avós sobre a história de seu povo e especialmente sobre aqueles que foram narrados em segredo e preenchidos com silêncios. As investigações desses jovens lograram superar certos pressupostos para recuperar detalhes esquecidos e para dar expressão espacial às narrativas, fortalecendo a identificação com o antigo território, e especialmente, para expressar a necessidade e o direito de levar ao estado nacional a juicio, para o como foi criada a Fundação Napalpí. A víspera do centenário do massacre culminou o chamado “suco da verdade” e construiu um memorial próximo a uma das fosas comunas originadas na matança de 1924, que inclui corpos restituídos pelo Museu da Prata e pelo combatente das Malvinas, todos eles Qom.
On July 19, 1924, a massacre began in the Napalpí Reduction (Chaco, Argentina), causing the death of hundreds of Qom and Moqoit people. The relentless persecution of the fleeing families lasted three months. Eighty years later, a group of Qom young people began to investigate the memories of their grandparents about the history of their people and especially about those events that were narrated in secret and filled with silence. The investigations of these young people managed to overcome certain assumptions to recover forgotten details and to give spatial expression to the narratives, strengthening the identification with the old territory, and especially, to express the need and the right to take the national state to trial, for which the Napalpí Foundation was created. On the eve of the centenary of the massacre, the so-called “trial for the truth” culminated and a memorial was built near one of the mass graves originating from the 1924 massacre, which includes bodies returned by the Silver Museum and that of a Malvinas fighter, all of them Qom.
Em 19 de julho de 1924, foi iniciado um massacre na Redução de Napalpí (Chaco, Argentina), causando a morte de centenas de pessoas qom y moqoit. A perseguição implacável às famílias que se estendeu por três meses. Oitenta anos depois, um grupo de jovens que começou a se lembrar das memórias de seus avós sobre a história de seu povo e especialmente sobre aqueles que foram narrados em segredo e preenchidos com silêncios. As investigações desses jovens lograram superar certos pressupostos para recuperar detalhes esquecidos e para dar expressão espacial às narrativas, fortalecendo a identificação com o antigo território, e especialmente, para expressar a necessidade e o direito de levar ao estado nacional a juicio, para o como foi criada a Fundação Napalpí. A víspera do centenário do massacre culminou o chamado “suco da verdade” e construiu um memorial próximo a uma das fosas comunas originadas na matança de 1924, que inclui corpos restituídos pelo Museu da Prata e pelo combatente das Malvinas, todos eles Qom.
On July 19, 1924, a massacre began in the Napalpí Reduction (Chaco, Argentina), causing the death of hundreds of Qom and Moqoit people. The relentless persecution of the fleeing families lasted three months. Eighty years later, a group of Qom young people began to investigate the memories of their grandparents about the history of their people and especially about those events that were narrated in secret and filled with silence. The investigations of these young people managed to overcome certain assumptions to recover forgotten details and to give spatial expression to the narratives, strengthening the identification with the old territory, and especially, to express the need and the right to take the national state to trial, for which the Napalpí Foundation was created. On the eve of the centenary of the massacre, the so-called “trial for the truth” culminated and a memorial was built near one of the mass graves originating from the 1924 massacre, which includes bodies returned by the Silver Museum and that of a Malvinas fighter, all of them Qom.
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