El tratamiento aristotélico de la diabolé en La Retórica entre la primera reflexión sobre la retórica

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Fecha
06/2011
Editorial
Universidade Federal do Rio de Janeiro
Revista
KLÉOS
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ISSN
2236-0077
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Idioma
Español
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Resumen
Os enfoques tradicionais da história da retórica clássica incluem em sua etapa sofística os aportes das figuras gregas que souberam dos efeitos dos apelos emotivos. Estudiosos dos testemunhos da prática oratória do século V a.C. defendem que em particular estes textos, quando exibem "a retórica do prejuízo contra o oponente" (diabolé), são mais estilizados e fecundos na hora de dizer o quê e como despertar hostilidade sobre o adversário, do que aquilo que trazem a respeito os tratados de retórica grega. O presente trabalho se ocupa do recurso que em grego se chamou diabolé e que Aristóteles apresenta com mais detalhe no livro terceiro de sua Retórica. Seu ponto de partida considera seu debate nos primeiros estudos sobre a retórica antiga editados no começo do século XX até os anos quarenta, os quais parecem haver ignorado os trabalhos de língua inglesa mais recentes sobre o tema, tal como indicam as notas do artigo com algum detalhe. A partir da segunda seção do trabalho, serão apontadas três linhas centrais do tratamento aristotélico, a fim de elucidar o valor e a originalidade dessa apresentação. No curso da analise, serão consideradas passagens pertinentes da Retórica a Alexandre, cuja edição inglesa equipara a noção grega de diabolé com a de prejuízo.
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