Can Distalisation and Lateralisation Shoulder Angles in Reverse Arthroplasty Interfere with the Functional Results in Patients with Rotator Cuff Arthropathy?

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Fecha
03/2024
Editorial
Revista Brasileira de Ortopedia
Revista
Revista Brasileira de Ortopedia
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Institución organizadora
ISSN
0102-3616
eISSN
1982-4378
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Idioma
Inglés
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Resumen
bjective: To evaluate the influence of radiographic values on clinical and functional results in patients treated with reverse arthroplasty for rotator cuff arthropathy (RCA) using a lateralized design. Methods: A retrospective analysis was performed. Patient demographics were recorded, as well as preoperative and postoperative range of motion. Function was calculated using the Constant-Murley score both before and after the procedure. Pre and postoperative anteroposterior and axial radiographs of the affected shoulder were analysed. In the preoperative images, the following was calculated: acromiohumeral distance (AHD) and lateral humeral offset (LHO). Postoperative measurements included: AHD, LHO, distalization shoulder angle (DSA) and lateralisation shoulder angle (LSA). Linear regression and quadratic regression analysis was performed to determine their degree of association with final functional outcomes. By applying a quadratic regression analysis and ROC curves, the cut-off values were determined with respect to the above-mentioned angles and the positive predictive value was calculated. Results: The greater anterior elevation (AE) ranges were found with DSA between 40-45° and LSA among 80°- 90°, while better ABD was observed with LSA of 90-100°. Preoperative AHD was correlated to RE (r s :0.47; p:0.049). Postoperative AHD was found to be in a directly proportional relationship with AE (r s :0.49; p:0.03). Postoperative ABD showed an inverse linear regression with preoperative AHD (r s : -0.44, p:0.047). LSA and DSA were inversely related. Conclusion: We found that a DSA between 40-45° and a LSA of 80-100° could lead to better range of motion regarding AE and ABD in patients with rotator cuff arthropathy treated with RSA.
Objetivo: Avaliar a influência dos valores radiográficos nos resultados clínicos e funcionais em pacientes tratados com artroplastia reversa para artropatia do manguito rotador utilizando um desenho lateralizado. Métodos: Foi realizada uma análise retrospectiva. Foram registradas as demografias dos pacientes, bem como o intervalo de movimento pré-operatório e pós-operatório. A função foi calculada usando a pontuação Constant-Murley tanto antes como depois do procedimento. Radiografias pré e pós-operatórias anteroposteriores e axiais do ombro afetado foram analisadas. Nas imagens pré-operatórias, foi calculado o seguinte: distância acromio-humeral (DAH) e offset lateral umeral (OLH). As medidas pósoperatórias foram incluídas: DAH, OLH, ângulo de distalização do ombro (ADO) e ângulo de lateralização do ombro (ALO). Foi realizada uma análise de regressão linear e regressão quadrática para determinar seu grau de associação com os resultados funcionais finais. Aplicando uma análise de regressão quadrática e curvas ROC, os valores de corte foram determinados em relação aos ângulos acima mencionados, e o valor preditivo positivo foi calculado. Resultados: As maiores faixas de elevação anterior (EA) foram encontradas com ADO entre 40-45° e ALO entre 80-90°, enquanto melhor ABD foi observado com LSA de 90- 100°. O DAH préoperatório foi correlacionado com RE (rs:0.47; p:0.049). O DAH pósoperatório foi encontrado em uma relação diretamente proporcional com a EA (rs:0.49; p:0.03). O ABD pósoperatório mostrou uma regressão linear inversa com o DAH préoperatório (rs: -0.44, p:0.047). O ALO e o ADO estavam inversamente relacionados. Conclusão: Determinamos que um DSA entre 40-45° e um LSA de 80-100° poderia levar a uma melhor amplitude de movimento em relação à AE e ABD em pacientes com artropatia do manguito rotador tratados com RSA.
Objetivo: Avaliar a influência dos valores radiográficos nos resultados clínicos e funcionais em pacientes tratados com artroplastia reversa para artropatia do manguito rotador utilizando um desenho lateralizado. Métodos: Foi realizada uma análise retrospectiva. Foram registradas as demografias dos pacientes, bem como o intervalo de movimento pré-operatório e pós-operatório. A função foi calculada usando a pontuação Constant-Murley tanto antes como depois do procedimento. Radiografias pré e pós-operatórias anteroposteriores e axiais do ombro afetado foram analisadas. Nas imagens pré-operatórias, foi calculado o seguinte: distância acromio-humeral (DAH) e offset lateral umeral (OLH). As medidas pósoperatórias foram incluídas: DAH, OLH, ângulo de distalização do ombro (ADO) e ângulo de lateralização do ombro (ALO). Foi realizada uma análise de regressão linear e regressão quadrática para determinar seu grau de associação com os resultados funcionais finais. Aplicando uma análise de regressão quadrática e curvas ROC, os valores de corte foram determinados em relação aos ângulos acima mencionados, e o valor preditivo positivo foi calculado. Resultados: As maiores faixas de elevação anterior (EA) foram encontradas com ADO entre 40-45° e ALO entre 80-90°, enquanto melhor ABD foi observado com LSA de 90- 100°. O DAH préoperatório foi correlacionado com RE (rs:0.47; p:0.049). O DAH pósoperatório foi encontrado em uma relação diretamente proporcional com a EA (rs:0.49; p:0.03). O ABD pósoperatório mostrou uma regressão linear inversa com o DAH préoperatório (rs: -0.44, p:0.047). O ALO e o ADO estavam inversamente relacionados. Conclusão: Determinamos que um DSA entre 40-45° e um LSA de 80-100° poderia levar a uma melhor amplitude de movimento em relação à AE e ABD em pacientes com artropatia do manguito rotador tratados com RSA.
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