Imaginarios geográficos sobre el territorio y la Nación en la construcción de la imagen bicontinental de Argentina

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Fecha
10/2026
Editorial
Universidad Nacional de La Pampa. Facultad de Ciencias Humanas
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ISSN
2362-5643
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Español
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Resumen
El artículo analiza la construcción de la imagen bicontinental del territorio argentino, a partir de la lectura del mapa editado y publicado por el Instituto Geográfico Militar en 1947, que fue el primero en emplear la visualización que se conoce actualmente como “mapa bicontinental”. El análisis se concentra en los elementos explícitamente presentes en la pieza cartográfica, tales como su escala, proyección y simbolización. De esta manera, se identifican interpretan tres potentes imaginarios sobre el territorio y la Nación: (a) continuidad y homogeneidad entre espacios con condiciones soberanas diferentes; (b) igualdad y estabilidad entre jurisdicciones subnacionales; y (c) unidad nacional.
This article analyzes the construction of the bicontinental image of Argentine territory, based on an examination of the map edited and published by the Military Geographic Institute in 1947, which was the first to employ the visualization now known as the “bicontinental map.” The analysis focuses on the elements explicitly present in the map, such as its scale, projection, and symbology. In this way, three powerful imaginaries about the territory and the Nation are identified and interpreted: (a) continuity and homogeneity between spaces with different sovereign conditions; (b) equality and stability among subnational jurisdictions; and (c) national unity.
Este artigo analisa a construção da imagem bicontinental do território argentino, com base no exame do mapa editado e publicado pelo Instituto Geográfico Militar em 1947, o primeiro a empregar a visualização hoje conhecida como “mapa bicontinental”. A análise concentra-se nos elementos explicitamente presentes no mapa, como sua escala, projeção e simbologia. Dessa forma, três poderosos imaginários sobre o território e a Nação são identificados e interpretados: (a) continuidade e homogeneidade entre espaços com diferentes condições de soberania; (b) igualdade e estabilidade entre jurisdições subnacionais; e (c) unidade nacional.
This article analyzes the construction of the bicontinental image of Argentine territory, based on an examination of the map edited and published by the Military Geographic Institute in 1947, which was the first to employ the visualization now known as the “bicontinental map.” The analysis focuses on the elements explicitly present in the map, such as its scale, projection, and symbology. In this way, three powerful imaginaries about the territory and the Nation are identified and interpreted: (a) continuity and homogeneity between spaces with different sovereign conditions; (b) equality and stability among subnational jurisdictions; and (c) national unity.
Este artigo analisa a construção da imagem bicontinental do território argentino, com base no exame do mapa editado e publicado pelo Instituto Geográfico Militar em 1947, o primeiro a empregar a visualização hoje conhecida como “mapa bicontinental”. A análise concentra-se nos elementos explicitamente presentes no mapa, como sua escala, projeção e simbologia. Dessa forma, três poderosos imaginários sobre o território e a Nação são identificados e interpretados: (a) continuidade e homogeneidade entre espaços com diferentes condições de soberania; (b) igualdade e estabilidade entre jurisdições subnacionais; e (c) unidade nacional.
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