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Ordem global e acumulação por desapropriação. A exportação de “água virtual” e a pegada hídrica da mineração dos metais na argentina (1997-2014)

Gomez Lende, Sebastian Icon

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Fecha

12/2015

Editorial

Universidade Regional de Blumenau

Revista

Revista de Estudos Ambientais

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Institución organizadora

ISSN

1516-3911

eISSN

1983-1501

ISBN

Idioma

Español

Tipo del evento

Resumen

Orientado a reestructucrar las funciones de países y lugares de acuerdo a los intereses del capital, el orden global es um areglo social, económico, político y territorial hegemónico basado en la acumulación por desposesión. Coordinado y concretado por las corporaciones transnacionales y avalado por los gobiernos de los países periféricos, este saqueo se expresa a través de una miríada de formas y mecanismos: entre ellos sobresalen el auge del extractivismo en América Latina, un fenómeno que despierta cerciente preocupación debido tanto a la degradación como a la extracción y transferencia al exterior de intangibles ambientales como el "agua virtual". A la luz de esta situación, el presente trabajo tiene por objetivo analizar el relativamente reciente boom de la mega-minería metalífera a cielo abierto en la Argentina, buscando cumplir dos objetivos complementarios: evaluar la huella hídrica de esta actividade y el papel que desempeña en las exportaciones nacionales de ?agua virtual?, así como también dar cuenta del impacto social y ambiental de las estrategias de apropriación de recursos hídricos desarrollados por las mineras transnacionales (y legitimadas por el Estado), demostrando así sus nexos con el agravamiento de la problemática del cesso al vital elemento que sufren las provincias involucradas.
Orientado a reestruturar os papéis dos países e dos lugares em função dos interesses do capital, a ordem global é um arranjo social econômico, político e territorial hegemônico com base na acumulação por desapropriação. Coordenado e concretizado por corporações transnacionais e apoiado pelos governos dos países periféricos, este espólio é expresso em uma infinidade de formas e facetas: entre eles estão o aumento crescente do extrativismo na América Latina, um fenômeno que desperta crescente preocupação devido tanto à degradação, como à extração e à transferência para o estrangeiro de intangívels ambientais como a "água virtual". À luz desta situação, o presente trabalho tem por objetivo analisar o relativamente recente boom da mega-mineração de metais a céu aberto na Argentina, visando cumprir dois objetivos complementares: avaliar a pegada hídrica desta atividade e o papel que ela desempenha nas exportações nacionais de ‘água virtual’, bem como levar em conta o impacto social e ambiental das estratégias de apropriação dos recursos hídricos desenvolvidos pela mineração transnacional (e legitimadas pelo Estado), demonstrando as suas ligações com o problema do agravamento do acesso a esse vital elemento sofrido pelas províncias envolvidas.

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