Macro y microdosis de psilocibina para uso terapéutico en patologías de salud mental y dolor
; Lavagnino, Nicolas Jose 
Otros responsables
Fecha
08/2025
Editorial
Asociación de Medicina del Estrés y Psicoinmunoneuroendocrinología
Revista
Pinelatinoamericana
Título del libro
Nombre del evento
Fecha del evento
Institución organizadora
ISSN
eISSN
2796-8677
ISBN
Idioma
Español
Tipo del evento
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Palabras clave
Resumen
La psilocibina, un alcaloide presente en los hongos psilocibios, ha resurgido como una herramienta terapéutica prometedora en el tratamiento de patologías de salud mental y dolor. Este artículo ofrece una revisión de la literatura científica reciente sobre orígenes naturales y sintéticos, modalidades terapéuticas (microdosis y macrodosis), bases neurobiológicas, evidencia preclínica y clínica acumulada del uso terapéutico de psilocibina. Los estudios clínicos revisados muestran eficacia en el tratamiento del trastorno depresivo mayor y la depresión resistente así como en diferentes patologías vinculadas al dolor. A nivel neurobiológico, se observan cambios funcionales en el Default Mode Network, aumento de la conectividad global y mayor flexibilidad neuronal. El uso de psilocibina también se asocia potencialmente al control de la neuroinflamación. Además, en cuanto a seguridad, la mayoría de los reportes muestran buena tolerancia con muy bajos efectos secundarios cuando se administraron en entornos controlados con acompañamiento psicológico. Finalmente, se discuten brevemente los principales desafíos regulatorios, éticos y epistemológicos que enfrenta la integración de la psilocibina en la medicina contemporánea, y se plantea la necesidad de una práctica clínica.
A psilocibina, um alcaloide presente nos cogumelos psilocibinos, ressurgiu como uma ferramenta terapêutica promissora no tratamento de patologias de saúde mental e dor. Este artigo oferece uma revisão da literatura científica recente sobre suas origens naturais e sintéticas, modalidades terapêuticas (microdoses e macrodoses), bases neurobiológicas e evidências pré-clínicas e clínicas acumuladas sobre o uso terapêutico da psilocibina. Os estudos clínicos revisados demonstram eficácia no tratamento do transtorno depressivo maior e da depressão resistente, além de diversas patologias relacionadas à dor. Em nível neurobiológico, observam-se alterações funcionais em Default Mode Network, aumento da conectividade global e maior flexibilidade neuronal. O uso da psilocibina também está potencialmente associado ao controle da neuroinflamação. Além disso, quanto à segurança, a maioria dos estudos apontam para uma boa tolerância e efeitos colaterais muito baixos quando administrada em ambientes controlados com acompanhamento psicológico. Por fim, discutem-se brevemente os principais desafios regulatórios, éticos e epistemológicos enfrentados pela integração da psilocibina na medicina contemporânea, e propõe-se a necessidade de uma prática clínica.
A psilocibina, um alcaloide presente nos cogumelos psilocibinos, ressurgiu como uma ferramenta terapêutica promissora no tratamento de patologias de saúde mental e dor. Este artigo oferece uma revisão da literatura científica recente sobre suas origens naturais e sintéticas, modalidades terapêuticas (microdoses e macrodoses), bases neurobiológicas e evidências pré-clínicas e clínicas acumuladas sobre o uso terapêutico da psilocibina. Os estudos clínicos revisados demonstram eficácia no tratamento do transtorno depressivo maior e da depressão resistente, além de diversas patologias relacionadas à dor. Em nível neurobiológico, observam-se alterações funcionais em Default Mode Network, aumento da conectividade global e maior flexibilidade neuronal. O uso da psilocibina também está potencialmente associado ao controle da neuroinflamação. Além disso, quanto à segurança, a maioria dos estudos apontam para uma boa tolerância e efeitos colaterais muito baixos quando administrada em ambientes controlados com acompanhamento psicológico. Por fim, discutem-se brevemente os principais desafios regulatórios, éticos e epistemológicos enfrentados pela integração da psilocibina na medicina contemporânea, e propõe-se a necessidade de uma prática clínica.
A psilocibina, um alcaloide presente nos cogumelos psilocibinos, ressurgiu como uma ferramenta terapêutica promissora no tratamento de patologias de saúde mental e dor. Este artigo oferece uma revisão da literatura científica recente sobre suas origens naturais e sintéticas, modalidades terapêuticas (microdoses e macrodoses), bases neurobiológicas e evidências pré-clínicas e clínicas acumuladas sobre o uso terapêutico da psilocibina. Os estudos clínicos revisados demonstram eficácia no tratamento do transtorno depressivo maior e da depressão resistente, além de diversas patologias relacionadas à dor. Em nível neurobiológico, observam-se alterações funcionais em Default Mode Network, aumento da conectividade global e maior flexibilidade neuronal. O uso da psilocibina também está potencialmente associado ao controle da neuroinflamação. Além disso, quanto à segurança, a maioria dos estudos apontam para uma boa tolerância e efeitos colaterais muito baixos quando administrada em ambientes controlados com acompanhamento psicológico. Por fim, discutem-se brevemente os principais desafios regulatórios, éticos e epistemológicos enfrentados pela integração da psilocibina na medicina contemporânea, e propõe-se a necessidade de uma prática clínica.
A psilocibina, um alcaloide presente nos cogumelos psilocibinos, ressurgiu como uma ferramenta terapêutica promissora no tratamento de patologias de saúde mental e dor. Este artigo oferece uma revisão da literatura científica recente sobre suas origens naturais e sintéticas, modalidades terapêuticas (microdoses e macrodoses), bases neurobiológicas e evidências pré-clínicas e clínicas acumuladas sobre o uso terapêutico da psilocibina. Os estudos clínicos revisados demonstram eficácia no tratamento do transtorno depressivo maior e da depressão resistente, além de diversas patologias relacionadas à dor. Em nível neurobiológico, observam-se alterações funcionais em Default Mode Network, aumento da conectividade global e maior flexibilidade neuronal. O uso da psilocibina também está potencialmente associado ao controle da neuroinflamação. Além disso, quanto à segurança, a maioria dos estudos apontam para uma boa tolerância e efeitos colaterais muito baixos quando administrada em ambientes controlados com acompanhamento psicológico. Por fim, discutem-se brevemente os principais desafios regulatórios, éticos e epistemológicos enfrentados pela integração da psilocibina na medicina contemporânea, e propõe-se a necessidade de uma prática clínica.
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