Brechas de género en el mercado de trabajo en Argentina: Antes, durante y después de la pandemia por COVID-19 (2019-2021)
; Orellano, Verónica Otros responsables
Fecha
01/2024
Editorial
Universidad Nacional de Santiago del Estero. Facultad de Humanidades y Ciencias Sociales. Instituto de Estudios para el Desarrollo Social
Revista
Trabajo y Sociedad
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Institución organizadora
ISSN
1514-6871
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Idioma
Español
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Resumen
La pandemia de COVID-19 produjo cambios sobre los principales indicadores del mercado de trabajo.En Argentina, la actividad y el empleo descendieron y la desocupación creció profundizando lasheterogeneidades pre-existentes. En este artículo exploramos las desigualdades entre mujeres yvarones en el mercado de trabajo, a partir de su participación, representación, concentración ydisimilitud para medir la segregación horizontal (en ramas de actividad) y segregación vertical (enjerarquías ocupacionales). Para ello, trabajamos con la base de microdatos de la Encuesta Permanente de Hogares (EPH-INDEC) entre los años 2019-2021 a fin de reflejar sus cambios y persistencias antes, durante y después de la pandemia. Entre los resultados destacamos que las mujeres no logran recuperarse plenamente luego de la pandemia en su participación en el mercado de trabajo, que la segregación horizontal y vertical se mantiene y extiende hacia el año de recuperación (2021).
The COVID-19 pandemic produced changes in the main labor market indicators. In Argentina, activity and employment fell and unemployment grew, deepening the pre-existing heterogeneities. In this article we explore the inequalities between women and men in the labor market, based on their participation, representation, concentration and dissimilarity to measure horizontal segregation (in branches of activity) and vertical segregation (in occupational hierarchies). To do this, we work with the microdata base of the Permanent Household Survey (EPH-INDEC) between the years 2019-2021 in order to reflect its changes and persistence before, during and after the pandemic. Among the results we highlight that women do not manage to fully recover after the pandemic in their participation in the labor market, that horizontal and vertical segregation is maintained and extends towards the year of recovery (2021).
A pandemia do COVID-19 produziu mudanças nos principais indicadores do mercado de trabalho. Na Argentina, a atividade e o emprego caíram e o desemprego cresceu, aprofundando as heterogeneidades pré-existentes. Neste artigo exploramos as desigualdades entre mulheres e homens no mercado de trabalho, com base em sua participação, representação, concentração e dissimilaridade para medir a segregação horizontal (nos ramos de atividade) e vertical (nas hierarquias ocupacionais). Para isso, trabalhamos com a base de microdados da Pesquisa de Domicílios Permanentes (EPH-INDEC) entre os anos de 2019-2021 a fim de refletir suas mudanças e persistência antes, durante e após a pandemia. Entre os resultados destacamos que as mulheres não conseguem se recuperar totalmente após a pandemia em sua participação no mercado de trabalho, que a segregação horizontal e vertical se mantém e se estende até o ano de recuperação (2021).
The COVID-19 pandemic produced changes in the main labor market indicators. In Argentina, activity and employment fell and unemployment grew, deepening the pre-existing heterogeneities. In this article we explore the inequalities between women and men in the labor market, based on their participation, representation, concentration and dissimilarity to measure horizontal segregation (in branches of activity) and vertical segregation (in occupational hierarchies). To do this, we work with the microdata base of the Permanent Household Survey (EPH-INDEC) between the years 2019-2021 in order to reflect its changes and persistence before, during and after the pandemic. Among the results we highlight that women do not manage to fully recover after the pandemic in their participation in the labor market, that horizontal and vertical segregation is maintained and extends towards the year of recovery (2021).
A pandemia do COVID-19 produziu mudanças nos principais indicadores do mercado de trabalho. Na Argentina, a atividade e o emprego caíram e o desemprego cresceu, aprofundando as heterogeneidades pré-existentes. Neste artigo exploramos as desigualdades entre mulheres e homens no mercado de trabalho, com base em sua participação, representação, concentração e dissimilaridade para medir a segregação horizontal (nos ramos de atividade) e vertical (nas hierarquias ocupacionais). Para isso, trabalhamos com a base de microdados da Pesquisa de Domicílios Permanentes (EPH-INDEC) entre os anos de 2019-2021 a fim de refletir suas mudanças e persistência antes, durante e após a pandemia. Entre os resultados destacamos que as mulheres não conseguem se recuperar totalmente após a pandemia em sua participação no mercado de trabalho, que a segregação horizontal e vertical se mantém e se estende até o ano de recuperação (2021).
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