Intensificación del trabajo y cambio de su sentido: Consecuencias del nuevo modo de desarrollo

Otros responsables
Fecha
01/2023
Editorial
Centro de Estudios e Investigaciones Laborales
Revista
Revista Latinoamericana de Antropología del Trabajo
Título del libro
Nombre del evento
Fecha del evento
Institución organizadora
ISSN
2591-2755
eISSN
ISBN
Idioma
Español
Tipo del evento
Clasificación temática
Palabras clave
Resumen
El contenido de este articulo parte de la hipótesis de que, en el actual modo de desarrollo, el contenido y la organización del trabajo basada en la organización científica del trabajo (OCT) se orientan hacia la intensificación del trabajo no solo en el sector directamente productivo, sino también en las actividades terciarias y de servicio. La intensificación del trabajo, definida como producir más en el mismo tiempo o producir lo mismo en menos tiempo, no solo incrementa la fatiga física sino que cuestiona el sentido de trabajo y provoca un deterioro de la salud psíquica y mental y no solo la física. En una primera parte buscamos los determinantes económicos de la intensificación en los diversos sectores y específicamente sus impactos sobre los riesgos psicosociales en el trabajo, recurriendo al modelo formulado por Michel Gollac. Se trata de un enfoque heterodoxo respecto de las teorías dominantes, pero que hemos utilizado con buenos resultados en las investigaciones llevadas a cabo desde hace una década en el CEIL del CONICET, la UNM y la UNNE, utilizando varias metodologías.
The content of this article is based on the hypothesis that, in the current mode of development, the content and organization of work based on the scientific organization of work (SLO) are oriented towards the intensification of work not only in the directly productive sector, but also in tertiary and service activities. Intensification of work, defined as producing more in the same time or producing the same in less time, not only increases physical fatigue but also questions the meaning of work and causes a deterioration of mental and psychological health, not only physical health. In the first part, we look at the economic determinants of intensification in the various sectors and specifically its impact on psychosocial risks at work, using the model formulated by Michel Gollac. This is a heterodox approach with respect to the dominant theories, but one that we have used with good results in the research carried out for a decade at the CEIL of CONICET, the UNM and the UNNE, using various methodologies.
O conteúdo deste artigo baseia-se na hipótese de que, no atual modo de desenvolvimento, o conteúdo e a organização do trabalho baseados na organização científica do trabalho (OTS) são orientados para a intensificação do trabalho não apenas no setor diretamente produtivo, mas também nas atividades terciárias e de serviços. A intensificação do trabalho, definida como produzir mais na mesma quantidade de tempo ou produzir a mesma quantidade de trabalho em menos tempo, não apenas aumenta a fadiga física, mas também questiona o significado do trabalho e leva à deterioração da saúde mental e psicológica, não apenas da saúde física. Na primeira parte, analisamos os determinantes econômicos da intensificação nos diversos setores e, especificamente, seu impacto sobre os riscos psicossociais no trabalho, usando o modelo formulado por Michel Gollac. Essa é uma abordagem heterodoxa em relação às teorias dominantes, mas que temos usado com bons resultados em pesquisas realizadas na última década no CEIL do CONICET, na UNM e na UNNE, usando várias metodologias.
The content of this article is based on the hypothesis that, in the current mode of development, the content and organization of work based on the scientific organization of work (SLO) are oriented towards the intensification of work not only in the directly productive sector, but also in tertiary and service activities. Intensification of work, defined as producing more in the same time or producing the same in less time, not only increases physical fatigue but also questions the meaning of work and causes a deterioration of mental and psychological health, not only physical health. In the first part, we look at the economic determinants of intensification in the various sectors and specifically its impact on psychosocial risks at work, using the model formulated by Michel Gollac. This is a heterodox approach with respect to the dominant theories, but one that we have used with good results in the research carried out for a decade at the CEIL of CONICET, the UNM and the UNNE, using various methodologies.
O conteúdo deste artigo baseia-se na hipótese de que, no atual modo de desenvolvimento, o conteúdo e a organização do trabalho baseados na organização científica do trabalho (OTS) são orientados para a intensificação do trabalho não apenas no setor diretamente produtivo, mas também nas atividades terciárias e de serviços. A intensificação do trabalho, definida como produzir mais na mesma quantidade de tempo ou produzir a mesma quantidade de trabalho em menos tempo, não apenas aumenta a fadiga física, mas também questiona o significado do trabalho e leva à deterioração da saúde mental e psicológica, não apenas da saúde física. Na primeira parte, analisamos os determinantes econômicos da intensificação nos diversos setores e, especificamente, seu impacto sobre os riscos psicossociais no trabalho, usando o modelo formulado por Michel Gollac. Essa é uma abordagem heterodoxa em relação às teorias dominantes, mas que temos usado com bons resultados em pesquisas realizadas na última década no CEIL do CONICET, na UNM e na UNNE, usando várias metodologias.
Colecciones
Aprobación
Revisión
Complementado por
Referenciado por
Licencia Creative Commons
Excepto donde se indique lo contrario, la licencia de este ítem se describe como by-nc-sa
