La discapacidad intersectada: posibilidades, restricciones y desafíos de una propuesta
; Ferrante, Carolina 
Otros responsables
Fecha
12/2025
Editorial
Universidad Nacional de Córdoba
Revista
Intersticios de la política y la cultura
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Institución organizadora
ISSN
eISSN
2250-6543
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Idioma
Español
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Resumen
El presente artículo recupera discusiones teórico metodológicas de los estudios sociales de la discapacidad en vinculación a los desarrollos conceptuales de la perspectiva interseccional, a partir de la puesta en diálogo con material empírico de una investigación cualitativa realizada en el Área metropolitana de Buenos Aires (AMBA). La tradición de los estudios sociales de la discapacidad se reconoce en una trayectoria de más de 40 años, y los de la perspectiva interseccional en más de 30. Ambos ubican su recorrido en una ruta transitada desde los países anglosajones hacia los de habla hispana. Nos interesa en esta oportunidad reconocer los puntos de diálogo, a la vez que identificar las posibilidades de interrogación que aperturan, las opacidades que producen y los desafíos que supone el reconocimiento de relaciones estructurales conjugando desigualdades. Para tal fin se identificarán las principales producciones del modelo social de la discapacidad, las críticas feministas dentro del mismo y las de la perspectiva interseccional. Desde allí, se propiciarán interrogantes en relación a cómo la interseccionalidad, en tanto modo de opresión, converge y amalgama experiencias situadas. ¿La interseccionalidad posibilita una ampliación en la comprensión e interpretación de la discapacidad? ¿Qué cuestiones se jerarquizan en la misma? ¿Cómo se expresa lo interseccional en nuestras investigaciones actuales?
This article reviews theoretical and methodological discussions of the social studies of disability in relation to the conceptual developments of the intersectional perspective, based on a dialogue with empirical material from a qualitative research study conducted in the Buenos Aires Metropolitan Area (AMBA). The tradition of social studies of disability is recognised in a trajectory of more than 40 years, and those of the intersectional perspective in more than 30 years. Both are located on a route from Anglo-Saxon to Spanish-speaking countries. We are interested in this opportunity to recognise the points of dialogue, while identifying the possibilities for questioning that they open up, the opacities they produce and the challenges involved in recognising structural relations that combine inequalities. To this end, the main productions of the social model of disability, the feminist critiques within it and those of the intersectional perspective will be identified. From there, questions will be posed in relation to how intersectionality, as a mode of oppression, converges and amalgamates situated experiences. Does intersectionality make it possible to broaden the understanding and interpretation of disability? What issues are hierarchised in it? How is the intersectional expressed in our current research?
Este artigo analisa as discussões teóricas e metodológicas dos estudos sociais da deficiência em relação aos desenvolvimentos conceituais da perspectiva interseccional, com base em um diálogo com o material empírico de uma pesquisa qualitativa realizada na Área Metropolitana de Buenos Aires (AMBA). A tradição dos estudos sociais da deficiência é reconhecida em uma trajetória de mais de 40 anos, e a da perspectiva interseccional em mais de 30 anos, ambas situadas em uma rota que vai dos países anglo-saxões aos de língua espanhola. Estamos interessados nessa oportunidade de reconhecer os pontos de diálogo, ao mesmo tempo em que identificamos as possibilidades de questionamento que eles abrem, as opacidades que produzem e os desafios envolvidos no reconhecimento das relações estruturais que combinam desigualdades. Para isso, serão identificadas as principais produções do modelo social da deficiência, as críticas feministas a ele e as da perspectiva interseccional. A partir daí, serão feitas perguntas em relação a como a interseccionalidade, como modo de opressão, converge e amalgama experiências situadas. A interseccionalidade possibilita ampliar a compreensão e a interpretação da deficiência? Que questões são hierarquizadas nela? Como a interseccionalidade é expressa em nossa pesquisa atual?
This article reviews theoretical and methodological discussions of the social studies of disability in relation to the conceptual developments of the intersectional perspective, based on a dialogue with empirical material from a qualitative research study conducted in the Buenos Aires Metropolitan Area (AMBA). The tradition of social studies of disability is recognised in a trajectory of more than 40 years, and those of the intersectional perspective in more than 30 years. Both are located on a route from Anglo-Saxon to Spanish-speaking countries. We are interested in this opportunity to recognise the points of dialogue, while identifying the possibilities for questioning that they open up, the opacities they produce and the challenges involved in recognising structural relations that combine inequalities. To this end, the main productions of the social model of disability, the feminist critiques within it and those of the intersectional perspective will be identified. From there, questions will be posed in relation to how intersectionality, as a mode of oppression, converges and amalgamates situated experiences. Does intersectionality make it possible to broaden the understanding and interpretation of disability? What issues are hierarchised in it? How is the intersectional expressed in our current research?
Este artigo analisa as discussões teóricas e metodológicas dos estudos sociais da deficiência em relação aos desenvolvimentos conceituais da perspectiva interseccional, com base em um diálogo com o material empírico de uma pesquisa qualitativa realizada na Área Metropolitana de Buenos Aires (AMBA). A tradição dos estudos sociais da deficiência é reconhecida em uma trajetória de mais de 40 anos, e a da perspectiva interseccional em mais de 30 anos, ambas situadas em uma rota que vai dos países anglo-saxões aos de língua espanhola. Estamos interessados nessa oportunidade de reconhecer os pontos de diálogo, ao mesmo tempo em que identificamos as possibilidades de questionamento que eles abrem, as opacidades que produzem e os desafios envolvidos no reconhecimento das relações estruturais que combinam desigualdades. Para isso, serão identificadas as principais produções do modelo social da deficiência, as críticas feministas a ele e as da perspectiva interseccional. A partir daí, serão feitas perguntas em relação a como a interseccionalidade, como modo de opressão, converge e amalgama experiências situadas. A interseccionalidade possibilita ampliar a compreensão e a interpretação da deficiência? Que questões são hierarquizadas nela? Como a interseccionalidade é expressa em nossa pesquisa atual?
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