La ciudad de los senderos que se bifurcan (y se entrelazan): centralidades conflictivas y circuitos segregados en una ciudad intermedia de la Argentina

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Fecha
06/2018
Editorial
Pontificia Universidad Javeriana
Revista
Universitas Humanística
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Institución organizadora
ISSN
2011-2734
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Idioma
Español
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Resumen
El artículo analiza las prácticas de movilidad cotidiana de habitantes tres espacios residenciales desiguales de la ciudad de La Plata: un barrio tradicional de clases medias y altas del centro de la ciudad; barrios cerrados de clases altas localizados en el eje Buenos Aires-La Plata; y un asentamiento informal localizado en la periferia sur de la ciudad. La movilidad constituye, entonces, el "lugar metodológico" para explorar la ciudad y sus sentidos. Por medio de la identificación de ?centralidades conflictivas? donde convergen e interactúan actores sociales desiguales, así como ?circuitos segregados? en los modos específicos de conectar residencia, vecindad, trabajo, educación y ocio, el artículo busca problematizar los modos de comprender los procesos de fragmentación social y espacial. Al respecto sostiene que fragmentación refiere no sólo a separación y distancia entre grupos sociales sino también a los modos en que se establecen las interacciones y se tramitan los encuentros entre ellos.
he article analyzes the daily mobility practices of the inhabitants of three unequal residential spaces in the city of La Plata: a traditional neighborhood of middle and upper classes in the center of the city; closed upper class neighborhoods located on the Buenos Aires-La Plata axis; and an informal settlement located in the southern periphery of the city. Then, mobility is the “methodological place” to explore the city and its meanings. The article seeks to problematize the ways of understanding the processes of social and spatial fragmentation by means of the identification of “conflicting centralities” where unequal social actors converge and interact, as well as “segregated circuits” in the specific ways of connecting residence, neighborhood, work, education, and leisure. In this regard, we argue that fragmentation refers not only to separation and distance between social groups but also to the ways in which interactions are established and encounters between them are processed.
O artigo analisa as práticas de mobilidade quotidiana de habitantes de três espaços residenciais desiguais da cidade de La Plata: um bairro tradicional de classe média e alta do centro da cidade; bairros fechados de classes altas localizados no eixo Buenos AiresLa Plata; e um assentamento informal localizado na periferia sul da cidade. A mobilidade constitui, então, o “lugar metodológico” para explorar a cidade a seus sentidos. Mediante a identificação de “centralidades conflitantes” onde convergem e interagem atores sociais desiguais, bem como “circuitos segregados” nos modos específicos de conectar residência, vizinhança, trabalho, ensino e lazer, o artigo visa problematizar os modos de compreender os processos de fragmentação social e espacial. Ao respeito sustém que fragmentação refere não apenas a separação e distancia entre grupos sociais, senão também aos modos em que estabelecem-se as interações e tramitam-se os encontros entre eles.
he article analyzes the daily mobility practices of the inhabitants of three unequal residential spaces in the city of La Plata: a traditional neighborhood of middle and upper classes in the center of the city; closed upper class neighborhoods located on the Buenos Aires-La Plata axis; and an informal settlement located in the southern periphery of the city. Then, mobility is the “methodological place” to explore the city and its meanings. The article seeks to problematize the ways of understanding the processes of social and spatial fragmentation by means of the identification of “conflicting centralities” where unequal social actors converge and interact, as well as “segregated circuits” in the specific ways of connecting residence, neighborhood, work, education, and leisure. In this regard, we argue that fragmentation refers not only to separation and distance between social groups but also to the ways in which interactions are established and encounters between them are processed.
O artigo analisa as práticas de mobilidade quotidiana de habitantes de três espaços residenciais desiguais da cidade de La Plata: um bairro tradicional de classe média e alta do centro da cidade; bairros fechados de classes altas localizados no eixo Buenos AiresLa Plata; e um assentamento informal localizado na periferia sul da cidade. A mobilidade constitui, então, o “lugar metodológico” para explorar a cidade a seus sentidos. Mediante a identificação de “centralidades conflitantes” onde convergem e interagem atores sociais desiguais, bem como “circuitos segregados” nos modos específicos de conectar residência, vizinhança, trabalho, ensino e lazer, o artigo visa problematizar os modos de compreender os processos de fragmentação social e espacial. Ao respeito sustém que fragmentação refere não apenas a separação e distancia entre grupos sociais, senão também aos modos em que estabelecem-se as interações e tramitam-se os encontros entre eles.
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