Ten years of amino acid research at post-harvest: What is known so far? What comes next?

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Fecha
12/2025
Editorial
Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária
Revista
Pesquisa Agropecuária Brasileira
Título del libro
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Institución organizadora
ISSN
0100-204X
eISSN
1678-3921
ISBN
Idioma
Inglés
Tipo del evento
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Resumen
Current information on the use of amino acids (AA) as a post-harvest treatment is barely over a decade old. In recent years, some alternative functions to protein structuring have been unravelled, and their possible mechanisms of action have been discussed up to date. Only 16 of the 20 protein AA have been studied, and, among these, some AA have been part of only one study. Therefore, the information to date remains somewhat limited. Listed here are the several important researches on the use of AA, at post-harvest, in whole or minimally processed fruits and vegetables. The effects of various AA derivatives, including much of the existing information on D-isomer amino acids (D-AA) were considered, highlighting the current legislation on the use of AA, taking into account the selection and use of high-purity AA over mixtures for application in the commercial chain, in addition to justifying their use over other frequently applied substances. This is the first known study to compile suggestions for the use of AA in commercial post-harvest stages.
As informações atuais sobre o uso de aminoácidos (AA) como tratamentos pós-colheita têm apenas pouco mais de uma década. Em anos recentes, algumas funções alternativas à estruturação de proteínas foram elucidadas, e seus possíveis mecanismos de ação têm sido discutidos até o presente. Somente 16 dos 20 AA em proteínas foram estudados, e, destes, alguns aminoácidos fizeram parte de apenas um estudo. Portanto, a informação atual permanece um tanto limitada. Estão listadas aqui inúmeras pesquisas importantes sobre o uso de AA, na pós-colheita, em frutos e vegetais inteiros ou minimamente processados. Os efeitos de vários derivados de aminoácidos foram considerados, incluindo-se muitas das informações sobre aminoácidos isômeros D (D-AA), tendo-se enfatizando a legislação atual quanto ao uso de AA, levando-se em conta a seleção e o uso de AA em condições de alta pureza ao invés de suas misturas para aplicação em cadeia comercial, tendo-se justificado o uso desses aminoácidos em lugar de outras substâncias frequentemente aplicadas. Este é o primeiro estudo conhecido a compilar sugestões para o uso de AA nos estágios de pós-colheita comercial.
As informações atuais sobre o uso de aminoácidos (AA) como tratamentos pós-colheita têm apenas pouco mais de uma década. Em anos recentes, algumas funções alternativas à estruturação de proteínas foram elucidadas, e seus possíveis mecanismos de ação têm sido discutidos até o presente. Somente 16 dos 20 AA em proteínas foram estudados, e, destes, alguns aminoácidos fizeram parte de apenas um estudo. Portanto, a informação atual permanece um tanto limitada. Estão listadas aqui inúmeras pesquisas importantes sobre o uso de AA, na pós-colheita, em frutos e vegetais inteiros ou minimamente processados. Os efeitos de vários derivados de aminoácidos foram considerados, incluindo-se muitas das informações sobre aminoácidos isômeros D (D-AA), tendo-se enfatizando a legislação atual quanto ao uso de AA, levando-se em conta a seleção e o uso de AA em condições de alta pureza ao invés de suas misturas para aplicação em cadeia comercial, tendo-se justificado o uso desses aminoácidos em lugar de outras substâncias frequentemente aplicadas. Este é o primeiro estudo conhecido a compilar sugestões para o uso de AA nos estágios de pós-colheita comercial.
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