El "constitucionalismo hispano", la eclosión municipal y la supresión de los cabildos en el Río de la Plata, primera mitad del siglo XIX

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Fecha
12/2017
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Universidade Federal do Espírito Santo
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2179-8869
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Español
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Resumen
A diferencia de lo ocurrido en la mayor parte del antiguo "orbe hispano", donde por influencia de la Constitución de Cádiz (1812) la revolución de los pueblos se tradujo en una "eclosión de municipios", en el Río de la Plata los ayuntamientos fueron abolidos a lo largo de las décadas de 1820 y 1830. Mientras la historiografía latinoamericanista atribuyó a la eclosión municipalista gaditana efectos tales como la ampliación la ciudadanía y la integración del mundo rural a la política, similares consecuencias fueron parcialmente vinculadas por la historiografía argentina al proceso de abolición de las instituciones municipales. Nos preguntamos entonces cómo es posible equiparar los efectos de procesos tan radicalmente divergentes. Procuramos aquí ensayar una respuesta analizando el caso de la ciudad de Córdoba, su constitucionalización y la extinción de su ayuntamiento.
Ao contrário do ocorrido na maior parte do antigo “mundo hispânico”, em que, sob a influência da Constituição de Cádiz (1812), a revolução dos pueblos se traduziu em uma «emergência de municípios», muitos conselhos municipais do Rio da Prata foram abolidos ao longo dos anos 1820 e 1830. Enquanto a historiografia latino-americana atribuiu à emergência municipalista gaditana efeitos tais como a expansão da cidadania e a integração do mundo rural à política, consequências similares foram parcialmente ligadas pela historiografia argentina ao processo de abolição de instituições municipais. Neste artigo nos interrogamos como é possível equiparar os efeitos de tais processos radicalmente divergentes. Tentamos aqui ensaiar uma resposta por meio da análise do caso da cidade de Córdoba, sua constitucionalização e a extinção do conselho local.
Ao contrário do ocorrido na maior parte do antigo “mundo hispânico”, em que, sob a influência da Constituição de Cádiz (1812), a revolução dos pueblos se traduziu em uma «emergência de municípios», muitos conselhos municipais do Rio da Prata foram abolidos ao longo dos anos 1820 e 1830. Enquanto a historiografia latino-americana atribuiu à emergência municipalista gaditana efeitos tais como a expansão da cidadania e a integração do mundo rural à política, consequências similares foram parcialmente ligadas pela historiografia argentina ao processo de abolição de instituições municipais. Neste artigo nos interrogamos como é possível equiparar os efeitos de tais processos radicalmente divergentes. Tentamos aqui ensaiar uma resposta por meio da análise do caso da cidade de Córdoba, sua constitucionalização e a extinção do conselho local.
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