El comediante invisible: la traducción de la risa en la industria audiovisual contemporánea

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Fecha
04/2026
Editorial
Universidade Federal de Mato Grosso do Sul
Revista
Albuquerque
Título del libro
Nombre del evento
Fecha del evento
Institución organizadora
ISSN
1983-9472
eISSN
2526-7280
ISBN
Idioma
Español
Tipo del evento
Clasificación temática
Palabras clave
Resumen
A través del análisis de un corpus de películas y series de comedia, buscaremos analizar el trabajo de traductores y subtituladores en la reproducción de chistes, referencias humorísticas y juegos de palabras, buscando comprender las ideologías lingüísticas que sustentan sus esfuerzos, buscando así poner en juego una hipótesis contraintuitiva: que la traducción de lo ridículo no sólo es posible sino necesaria, y que su funcionamiento depende menos del contexto sociocultural de lo que se cree.
Por meio da análise de um corpus de filmes e séries de comédia, buscaremos analisar o trabalho de tradutores e legendadores na reprodução de piadas, referências humorísticas e jogos de palavras, buscando compreender as ideologias linguísticas que fundamentam seus esforços, buscando, assim, colocar em jogo uma hipótese contraintuitiva: a de que a tradução do ridículo não só é possível como necessária, e que seu funcionamento depende menos do contexto sociocultural do que se acredita.
Through the analysis of a corpus of comedy films and TV shows, we aim to examine the work of translators and subtitlers in reproducing jokes, humorous references, and wordplay, with the goal of understanding the linguistic ideologies underlying their decisions. In this way, we propose a counterintuitive hypothesis: that the translation of the ridiculous is not only possible but necessary, and that its effectiveness depends less on the socio-cultural context than commonly believed.
Por meio da análise de um corpus de filmes e séries de comédia, buscaremos analisar o trabalho de tradutores e legendadores na reprodução de piadas, referências humorísticas e jogos de palavras, buscando compreender as ideologias linguísticas que fundamentam seus esforços, buscando, assim, colocar em jogo uma hipótese contraintuitiva: a de que a tradução do ridículo não só é possível como necessária, e que seu funcionamento depende menos do contexto sociocultural do que se acredita.
Through the analysis of a corpus of comedy films and TV shows, we aim to examine the work of translators and subtitlers in reproducing jokes, humorous references, and wordplay, with the goal of understanding the linguistic ideologies underlying their decisions. In this way, we propose a counterintuitive hypothesis: that the translation of the ridiculous is not only possible but necessary, and that its effectiveness depends less on the socio-cultural context than commonly believed.
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