A Recepção das Políticas Públicas Durante a Pandemia de Covid-19
; Serrati, Pablo Santiago 
Otros responsables
Fecha
12/2025
Editorial
Universidade Federa da Integração Latino-americana
Revista
Desenvolvimento em Debate
Título del libro
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Fecha del evento
Institución organizadora
ISSN
2176-9257
eISSN
2763-7778
ISBN
Idioma
Portugués
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Resumen
El artículo analiza la recepción de las políticas públicas implementadas en la Argentina durante la pandemia de COVID-19, centrándose en las diferencias entre contextos urbanos formales e informales. A partir de la Encuesta sobre Estructura Social y Políticas Públicas durante la Pandemia (ESAyPP), se examina cómo los hogares recibieron y reinterpretaron las medidas de protección social, ingresos, vivienda y salud. Los resultados muestran que las políticas de emergencia –como el IFE, Potenciar Trabajo y la asistencia alimentaria– tuvieron mayor impacto en los sectores informales, pero mantuvieron una cobertura segmentada respecto al trabajo formal y la protección universal. El estudio subraya el rol de las redes comunitarias como mediadoras entre Estado y sociedad y concluye que la efectividad de las políticas depende tanto del diseño institucional como de las capacidades territoriales y sociales. La pandemia reveló los límites de un modelo de protección social fragmentado y la urgencia de políticas integrales y universales.
O artigo analisa a recepção das políticas públicas implementadas na Argentina durante a pandemia de COVID-19, com foco nas diferenças entre contextos urbanos formais e informais. A partir da Pesquisa sobre Estrutura Social e Políticas Públicas durante a Pandemia (ESAyPP), examina-se como as famílias receberam e se apropriaram das medidas de proteção social, renda, habitação e saúde. Os resultados indicam que as políticas emergenciais – como o IFE, o Potenciar Trabajo e os programas de assistência alimentar – alcançaram de forma mais intensa os setores informais, mas permaneceram segmentadas em relação ao trabalho formal e à proteção universal. O estudo evidencia o papel das redes comunitárias na mediação entre Estado e população e destaca que a efetividade das políticas depende tanto de sua capacidade institucional quanto das dinâmicas territoriais e sociais. Conclui-se que a pandemia expôs as limitações de um modelo de proteção fragmentado e a necessidade de políticas universais e territorialmente sensíveis.
This article analyzes the reception of public policies implemented in Argentina during the COVID-19 pandemic, focusing on differences between formal and informal urban contexts. Using data from the Survey on Social Structure and Public Policies during the Pandemic (ESAyPP), it examines how households perceived and appropriated social protection, income support, housing, and health policies. Findings reveal that emergency programs—such as the Ingreso Familiar de Emergencia (IFE), Potenciar Trabajo, and food assistance—had a stronger impact in informal settlements but remained segmented regarding formal employment and universal coverage. The study highlights the role of community networks as mediators between the state and society, showing that policy effectiveness depends on both institutional capacity and territorial dynamics. The pandemic exposed the limits of a fragmented welfare model and underscored the need for universal, territorially sensitive social policies.
O artigo analisa a recepção das políticas públicas implementadas na Argentina durante a pandemia de COVID-19, com foco nas diferenças entre contextos urbanos formais e informais. A partir da Pesquisa sobre Estrutura Social e Políticas Públicas durante a Pandemia (ESAyPP), examina-se como as famílias receberam e se apropriaram das medidas de proteção social, renda, habitação e saúde. Os resultados indicam que as políticas emergenciais – como o IFE, o Potenciar Trabajo e os programas de assistência alimentar – alcançaram de forma mais intensa os setores informais, mas permaneceram segmentadas em relação ao trabalho formal e à proteção universal. O estudo evidencia o papel das redes comunitárias na mediação entre Estado e população e destaca que a efetividade das políticas depende tanto de sua capacidade institucional quanto das dinâmicas territoriais e sociais. Conclui-se que a pandemia expôs as limitações de um modelo de proteção fragmentado e a necessidade de políticas universais e territorialmente sensíveis.
This article analyzes the reception of public policies implemented in Argentina during the COVID-19 pandemic, focusing on differences between formal and informal urban contexts. Using data from the Survey on Social Structure and Public Policies during the Pandemic (ESAyPP), it examines how households perceived and appropriated social protection, income support, housing, and health policies. Findings reveal that emergency programs—such as the Ingreso Familiar de Emergencia (IFE), Potenciar Trabajo, and food assistance—had a stronger impact in informal settlements but remained segmented regarding formal employment and universal coverage. The study highlights the role of community networks as mediators between the state and society, showing that policy effectiveness depends on both institutional capacity and territorial dynamics. The pandemic exposed the limits of a fragmented welfare model and underscored the need for universal, territorially sensitive social policies.
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