Fuera de casa: Familia y espacio en "Mi amiga del parque" y "Los salvajes"

Otros responsables
Fecha
04/2023
Editorial
Asociación Argentina de Estudios sobre Cine y Audiovisual
Revista
Imagofagia
Título del libro
Nombre del evento
Fecha del evento
Institución organizadora
ISSN
1852-9550
eISSN
ISBN
Idioma
Español
Tipo del evento
Clasificación temática
Palabras clave
Resumen
Este artículo estudia los ejes espaciales que atraviesan la organización familiar en las películas argentinas Mi amiga del parque (Ana Katz, 2015) y Los salvajes (Alejandro Fadel, 2012). Estas dos producciones coinciden en formular vínculos relativos a la familia fuera del entorno doméstico, y en este sentido, la emplazan en un exterior construido como un territorio especialmente desamparado y peligroso, en contraposición con los valores de cuidado y orden atribuidos de forma tradicional al hogar. El análisis de ambos films descubre las tensiones de las disciplinas androcéntricas, reproductivas y domésticas, en diálogo con las disputas sociales y políticas que, desde hace una década, se producen en torno a la familia en Argentina. Al mismo tiempo, las trayectorias de los personajes, aun con sus diferencias, ponen de manifiesto la caducidad de los modos convencionales y la eventualidad de incorporar lo no reconocible como parte de los lazos familiares.
Este artigo estuda os eixos espaciais que atravessam a organização familiar nos filmes argentinos Mi amiga del parque (Ana Katz, 2015) e Los Salvajes (Alejandro Fadel, 2012). Essas duas produções coincidem na formulação de vínculos relacionados à família fora do ambiente doméstico e, nesse sentido, a colocam em um exterior construído como um território particularmente abandonado e perigoso, em contraste com os valores de cuidado e ordem tradicionalmente atribuídos à casa. A análise de ambos filmes revela as tensões das disciplinas androcêntricas, reprodutivas e domésticas, em diálogo com as disputas sociais e políticas que, há uma década, se produzem em torno da família na Argentina. Ao mesmo tempo, as trajetórias dos personagens, mesmo com suas diferenças, revelam o esgotamento dos modos convencionais e a eventualidade de incorporar o irreconhecível como parte dos laços familiares.
This article studies the spatial axes that cross the family organization in Argentine films Mi amiga del parque/ (My friend from the park, Ana Katz, 2015) and Los salvajes (The wild ones, Alejandro Fadel, 2012). These two productions coincide in formulating links related to the family out of home, and in this sense, in an exterior built as a particularly helpless and dangerous territory, as opposed to the values of care and order attributed traditionally to the domestic circle. The analysis of both films discovers the tensions of the androcentric, reproductive, and domestic disciplines, in dialogue with the social and political disputes that, for a decade, occur around the family in Argentina. At the same time, the trajectories of the characters, even with their differences, reveal the expiration of conventional modes and the eventuality of incorporating the non-recognizable as part of the family ties.
Este artigo estuda os eixos espaciais que atravessam a organização familiar nos filmes argentinos Mi amiga del parque (Ana Katz, 2015) e Los Salvajes (Alejandro Fadel, 2012). Essas duas produções coincidem na formulação de vínculos relacionados à família fora do ambiente doméstico e, nesse sentido, a colocam em um exterior construído como um território particularmente abandonado e perigoso, em contraste com os valores de cuidado e ordem tradicionalmente atribuídos à casa. A análise de ambos filmes revela as tensões das disciplinas androcêntricas, reprodutivas e domésticas, em diálogo com as disputas sociais e políticas que, há uma década, se produzem em torno da família na Argentina. Ao mesmo tempo, as trajetórias dos personagens, mesmo com suas diferenças, revelam o esgotamento dos modos convencionais e a eventualidade de incorporar o irreconhecível como parte dos laços familiares.
This article studies the spatial axes that cross the family organization in Argentine films Mi amiga del parque/ (My friend from the park, Ana Katz, 2015) and Los salvajes (The wild ones, Alejandro Fadel, 2012). These two productions coincide in formulating links related to the family out of home, and in this sense, in an exterior built as a particularly helpless and dangerous territory, as opposed to the values of care and order attributed traditionally to the domestic circle. The analysis of both films discovers the tensions of the androcentric, reproductive, and domestic disciplines, in dialogue with the social and political disputes that, for a decade, occur around the family in Argentina. At the same time, the trajectories of the characters, even with their differences, reveal the expiration of conventional modes and the eventuality of incorporating the non-recognizable as part of the family ties.
Colecciones
Aprobación
Revisión
Complementado por
Referenciado por
Licencia Creative Commons
Excepto donde se indique lo contrario, la licencia de este ítem se describe como by-nc-nd
