Materialidades afectantes, memorias reflexivas y ensayos performáticos: Movilización de saberes encarnados en la universidad
; Rodriguez, Manuela 
Otros responsables
Fecha
07/2020
Editorial
Universidad de Medellín
Revista
Ciencias Sociales y Educación
Título del libro
Nombre del evento
Fecha del evento
Institución organizadora
ISSN
2256-5000
eISSN
2590-7344
ISBN
Idioma
Español
Tipo del evento
Clasificación temática
Palabras clave
Resumen
Como investigadoras y docentes universitarias, nos interesa indagar sobre la capacidad de agencia y reflexividad que deviene de nuestras corporalidades. Así, ensayamos metodologías transdisciplinares de performance-investigación, basadas en la exploración performática y la reflexividad sociocrítica. En primer lugar, realizamos una reseña crítica de los patrones ontológicos, epistémicos y políticos de la modernidad/colonialidad que llevaron a invisibilizar y silenciar las corporalidades sensibles y en movimiento en las ciencias sociales y humanas. Luego, analizamos las principales propuestas didácticas de performance-investigación que hemos desplegado: a) la indagación desde las materialidades afectantes provocadoras; b) el ejercicio de la memoria encarnada y la reflexividad analítica sobre las propias experiencias vividas y genealogías; y c) los ensayos performáticos colectivos del imaginar-desear. Nuestra hipótesis es que la apertura a ensayar articulaciones situadas y críticas de estas diversas modalidades posee un peculiar potencial para movilizar procesos de reflexión sobre los saberes encarnados, así como micropolíticas de agenciamiento que propicien su transformación y expansión hacia un horizonte decolonial.
As researchers and university teachers, we are interested in inquiring upon the capacity for agency and reflection that becomes from our corporealities. Thus, we explored transdisciplinary methodological exercises of a performance-research type, based on the performative exploration and the socio-critical reflection. In the first place, we critically reviewed the ontological, epis-temic, and political patterns of coloniality/modernity that led to the invisibilization and silencing of sensory corporealities in movement with the social and human scien-ces. Then, we analyzed the main didactic proposals of the performance-research type deployed so far: a) an inquiring from provocative affective materialities; b) the exercise of incarnated memory and analyti-cal reflection about the own life experien-ces and genealogies; and c) the collective performative explorations of imagining and desiring. We hypothesize that the aperture to exercise and try out new and critically located articulations of diverse modalities has particular potential for mobilizing reflective processes about the incarnated knowledge(s) as well as the micro-policies of agency that promotes its transformation and expansions towards a decolonized horizon.
Como pesquisadoras e docentes uni-versitárias, é do nosso interesse indagar sobre a capacidade de agência e reflexivi-dade que advém de nossas corporeidades. Assim, ensaiamos metodologias trans-disciplinares de performance-pesquisa, baseadas na exploração performática e na reflexividade sociocrítica. Em primeiro lugar, realizamos uma resenha crítica dos padrões ontológicos, epistêmicos e polí-ticos da modernidade/colonialidade que levaram a invisibilizar e silenciar as cor-poreidades sensíveis e em movimento nas Ciências Sociais e Humanas. Logo, anali-samos as principais propostas didáticas de performance-pesquisa que desenvolvemos: a) a indagação a partir das materialidades afetantes provocadoras; b) o exercício da memória encarnada e a reflexividade analí-tica sobre as próprias experiências vividas e genealogias, e c) os ensaios performáticos coletivos do imaginar-desejar. Levantamos a hipótese de que a abertura a ensaiar articulações situadas e críticas dessas diversas modalidades tenha um peculiar potencial para mobilizar processos de re-flexão sobre os saberes encarnados, bem como micropolíticas de agenciamento que promovam sua transformação e expansão por um horizonte decolonial.
As researchers and university teachers, we are interested in inquiring upon the capacity for agency and reflection that becomes from our corporealities. Thus, we explored transdisciplinary methodological exercises of a performance-research type, based on the performative exploration and the socio-critical reflection. In the first place, we critically reviewed the ontological, epis-temic, and political patterns of coloniality/modernity that led to the invisibilization and silencing of sensory corporealities in movement with the social and human scien-ces. Then, we analyzed the main didactic proposals of the performance-research type deployed so far: a) an inquiring from provocative affective materialities; b) the exercise of incarnated memory and analyti-cal reflection about the own life experien-ces and genealogies; and c) the collective performative explorations of imagining and desiring. We hypothesize that the aperture to exercise and try out new and critically located articulations of diverse modalities has particular potential for mobilizing reflective processes about the incarnated knowledge(s) as well as the micro-policies of agency that promotes its transformation and expansions towards a decolonized horizon.
Como pesquisadoras e docentes uni-versitárias, é do nosso interesse indagar sobre a capacidade de agência e reflexivi-dade que advém de nossas corporeidades. Assim, ensaiamos metodologias trans-disciplinares de performance-pesquisa, baseadas na exploração performática e na reflexividade sociocrítica. Em primeiro lugar, realizamos uma resenha crítica dos padrões ontológicos, epistêmicos e polí-ticos da modernidade/colonialidade que levaram a invisibilizar e silenciar as cor-poreidades sensíveis e em movimento nas Ciências Sociais e Humanas. Logo, anali-samos as principais propostas didáticas de performance-pesquisa que desenvolvemos: a) a indagação a partir das materialidades afetantes provocadoras; b) o exercício da memória encarnada e a reflexividade analí-tica sobre as próprias experiências vividas e genealogias, e c) os ensaios performáticos coletivos do imaginar-desejar. Levantamos a hipótese de que a abertura a ensaiar articulações situadas e críticas dessas diversas modalidades tenha um peculiar potencial para mobilizar processos de re-flexão sobre os saberes encarnados, bem como micropolíticas de agenciamento que promovam sua transformação e expansão por um horizonte decolonial.
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