Corporalidades, temporalidades e infancias: la pregunta por la hospitalidad desde la escuela

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Fecha
04/2018
Editorial
Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Revista
Teias
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Institución organizadora
ISSN
1518-5370
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Idioma
Español
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Resumen
Las escuelas hospitalarias son espacios educativos que permiten la continuidad escolar de niños hospitalizados en situación de enfermedad. En estos ámbitos los discursos médico y pedagógico hegemónicos se entrelazan bajo un eje común normalizador propio de dispositivos destinados al control de los cuerpos y las subjetividades, obturando posibilidades propias de la existencia infantil. Se propone aquí problematizar estos discursos y pensar posibles intersticios donde lo educativo pueda desafiar los poderes y saberes dominantes. Se busca pensar nuevos modos de encuentro y relación educativa partiendo de la hospitalidad como reconocimiento y acogida de otras posibles corporalidades y temporalidades infantiles, como gesto de resistencia, transformación y afección mutua que habite la escuela.
The hospital schools are educative spaces which allow that hospitalized children continue with their scholar careers. In those ambits the hegemonic language of medicine and pedagogy merge into one common axis typical of devices which are destined to control the bodies and the subjectivities, and therefore impeding the intrinsic possibilities of childhood. The proposal is to discuss these wordings and to think about possible interstices where the education could challenge the powers and dominant theories. The goal is to search for new kinds of encounter and educational relationship starting from hospitality as a source and acknowledgement of other possible childhood´s corporalities and temporalities, as a gesture of resistance, transformation and mutual affections to inhabit the schools.
As escolas hospitalares são espaços educativos que permitem a continuidade escolar das crianças doentes e hospitalizadas. Nesses âmbitos os discursos médico e pedagógico hegemônicos entrelaçam-se sob um eixo comum normalizador próprio dos dispositivos de controle dos corpos e subjetividades, restringindo as possibilidades próprias da existência infantil. Propõe-se aqui problematizar esses discursos e pensar possíveis interstícios onde o educativo possa desafiar os poderes e saberes dominantes. Procura-se pensar novos modos de encontro e relações educativas partindo da hospitalidade como reconhecimento e acolhida para outras possíveis corporalidades e temporalidades infantis, como gesto de resistência, transformação e afecção mútua para habitar na escola.
The hospital schools are educative spaces which allow that hospitalized children continue with their scholar careers. In those ambits the hegemonic language of medicine and pedagogy merge into one common axis typical of devices which are destined to control the bodies and the subjectivities, and therefore impeding the intrinsic possibilities of childhood. The proposal is to discuss these wordings and to think about possible interstices where the education could challenge the powers and dominant theories. The goal is to search for new kinds of encounter and educational relationship starting from hospitality as a source and acknowledgement of other possible childhood´s corporalities and temporalities, as a gesture of resistance, transformation and mutual affections to inhabit the schools.
As escolas hospitalares são espaços educativos que permitem a continuidade escolar das crianças doentes e hospitalizadas. Nesses âmbitos os discursos médico e pedagógico hegemônicos entrelaçam-se sob um eixo comum normalizador próprio dos dispositivos de controle dos corpos e subjetividades, restringindo as possibilidades próprias da existência infantil. Propõe-se aqui problematizar esses discursos e pensar possíveis interstícios onde o educativo possa desafiar os poderes e saberes dominantes. Procura-se pensar novos modos de encontro e relações educativas partindo da hospitalidade como reconhecimento e acolhida para outras possíveis corporalidades e temporalidades infantis, como gesto de resistência, transformação e afecção mútua para habitar na escola.
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