Cuerpos entre muros: João Gilberto Noll en el hospital

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Fecha
2020-12-14
Editorial
Universidade Federal de Santa Catarina
Revista
Outra travessia
Título del libro
Nombre del evento
Fecha del evento
Institución organizadora
ISSN
2176-8552
eISSN
1807-5002
ISBN
Idioma
Español
Tipo del evento
Clasificación temática
Palabras clave
Resumen
En una narrativa como la de João Gilberto Noll en la que destacan los movimientos de itinerancia y transformación, el encierro hospitalario aparece como circunstancia discordante. A través de Hotel Atlântico (1989) y Canoas e marolas (1999) es posible explorar la acción de la palabra literaria como una defensa de la autonomía de lo viviente respecto del efecto coercitivo de los discursos institucionales que lo administran, en la alianza soberana o burocrática de la biomedicina y la religión. Construyendo distintas relaciones entre una voz narrativa y una consciencia, un yo y un sujeto, ambas novelas elaboran qué puede decirse y escribirse que sostenga el espacio irreductible de una decisión de y sobre los cuerpos contra las presiones de la rección autoritaria y el circuito mercantil.
Numa narrativa como a de João Gilberto Noll, na qual se destacam os movimentos de itinerância e transformação, o confinamento no hospital aparece como uma circunstância discordante. Através de Hotel Atlântico (1989) e Canoas e marolas (1999), é possível explorar a ação da palavra literária como uma defesa da autonomia do vivo em relação ao efeito coercitivo dos discursos institucionais que o administram, na aliança soberana ou burocrática da biomedicina e da religião. Construindo diferentes relações entre uma voz narrativa e uma consciência, um eu e um sujeito, os dois romances elaboram o que pode ser dito e escrito pra sustentar o espaço irredutível de uma decisão dos e sobre os corpos contra as pressões do mando autoritário e do circuito comercial.
Numa narrativa como a de João Gilberto Noll, na qual se destacam os movimentos de itinerância e transformação, o confinamento no hospital aparece como uma circunstância discordante. Através de Hotel Atlântico (1989) e Canoas e marolas (1999), é possível explorar a ação da palavra literária como uma defesa da autonomia do vivo em relação ao efeito coercitivo dos discursos institucionais que o administram, na aliança soberana ou burocrática da biomedicina e da religião. Construindo diferentes relações entre uma voz narrativa e uma consciência, um eu e um sujeito, os dois romances elaboram o que pode ser dito e escrito pra sustentar o espaço irredutível de uma decisão dos e sobre os corpos contra as pressões do mando autoritário e do circuito comercial.
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