Racismo a la argentina: Imaginarios en tensión en una sociedad blanca llena de negros

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Fecha
11/2023
Editorial
Universidad Colegio Mayor de Cundinamarca
Revista
Tabula Rasa
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Institución organizadora
ISSN
1794-2489
eISSN
2011-2742
ISBN
Idioma
Español
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Resumen
En el marco de proyectos neoliberales entre 1990 y 2020, los medios hegemónicos en Argentina desplegaron prácticas racistas contra indígenas, inmigrantes regionales y negros. Simultáneamente, el multiculturalismo propició el desarrollo de medios de comunicación alternativa de estos grupos, que ensayaron respuestas y reivindicaciones particulares en clave identitaria. Con base en fuentes primarias y secundarias, este artículo analiza los imaginarios en tensión desde una perspectiva englobante, que identifica trazos comunes en la discriminación contra estos diferentes grupos. Pero el racismo en Argentina es más amplio y escurridizo. El análisis de los medios recientes llevará a poner la mirada sobre el racismo histórico no ya contra grupos discretos, sino contra la heterogénea población trabajadora que encarna la negritud popular. Consecuentemente, el artículo propone explorar también los trazos comunes entre el racismo contra grupos específicos, definidos étnica o racialmente, por un lado, y contra dicha negritud popular, por otro.
Within the framework of neoliberal projects between 1990 and 2020, hegemonic media in Argentina deployed racist practices against Indigenous, Black, and Regional Migrant populations. In tandem, multiculturalism favored the development of alternative mass media, attempting identity-based particular responses and claims. Based upon primary and secondary sources, this article analyzes straining imaginaries from a comprehensive perspective, identifying common traits in the discrimination against those groups. However, racism in Argentina is widespread and elusive. An analysis of recent media will help us give a look on historical racism not only against discreet groups, but against heterogenous working population, embodying grass-roots Blackness. Therefore, this article suggests extend the exploration to common traits between racism targeting specific groups and grassroots Blackness.
No âmbito de projetos neoliberais entre 1990 e 2020, os meios hegemônicos na Argentina espalharam práticas racistas contra indígenas, imigrantes regionais e negros. Simultaneamente, o multiculturalismo propiciou o desenvolvimento de meios de comunicação alternativa desses grupos, que ensaiaram respostas e reivindicações particulares em termos do identitário. Com base em fontes primárias e secundárias, este artigo analisa os imaginários em tensão desde uma perspectiva englobante, que identifica traços comuns na discriminação contra esses diferentes grupos. Contudo, o racismo na Argentina é mais amplo e escorregadio. A análise dos meios recentes levará a por o olhar sobre o racismo histórico não mais contra grupos discretos, mas contra a heterogênea população trabalhadora que encarna a negritude popular. Em consequência, o artigo propõe estudar também os traços comuns entre o racismo contra grupos específicos, definidos étnica e racialmente, por um lado, e contra tal negritude popular, por outro.
Within the framework of neoliberal projects between 1990 and 2020, hegemonic media in Argentina deployed racist practices against Indigenous, Black, and Regional Migrant populations. In tandem, multiculturalism favored the development of alternative mass media, attempting identity-based particular responses and claims. Based upon primary and secondary sources, this article analyzes straining imaginaries from a comprehensive perspective, identifying common traits in the discrimination against those groups. However, racism in Argentina is widespread and elusive. An analysis of recent media will help us give a look on historical racism not only against discreet groups, but against heterogenous working population, embodying grass-roots Blackness. Therefore, this article suggests extend the exploration to common traits between racism targeting specific groups and grassroots Blackness.
No âmbito de projetos neoliberais entre 1990 e 2020, os meios hegemônicos na Argentina espalharam práticas racistas contra indígenas, imigrantes regionais e negros. Simultaneamente, o multiculturalismo propiciou o desenvolvimento de meios de comunicação alternativa desses grupos, que ensaiaram respostas e reivindicações particulares em termos do identitário. Com base em fontes primárias e secundárias, este artigo analisa os imaginários em tensão desde uma perspectiva englobante, que identifica traços comuns na discriminação contra esses diferentes grupos. Contudo, o racismo na Argentina é mais amplo e escorregadio. A análise dos meios recentes levará a por o olhar sobre o racismo histórico não mais contra grupos discretos, mas contra a heterogênea população trabalhadora que encarna a negritude popular. Em consequência, o artigo propõe estudar também os traços comuns entre o racismo contra grupos específicos, definidos étnica e racialmente, por um lado, e contra tal negritude popular, por outro.
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