Ghosteo epistémico: el borramiento del activismo feminista a través de su institucionalización y mercantilización en el activismo menstrual argentino
; Belli, Laura Florencia
; Mileo, Agostina Otros responsables
Fecha
08/2023
Editorial
Universidad Nacional Autónoma de México
Revista
Debate Feminista
Título del libro
Nombre del evento
Fecha del evento
Institución organizadora
ISSN
0188-9478
eISSN
2594-066X
ISBN
Idioma
Español
Tipo del evento
Clasificación temática
Palabras clave
Resumen
En este artículo proponemos el concepto de ghosteo epistémico para dar cuenta de los problemas surgidos en la articulación entre la campaña de activismo menstrual #MenstruAcción, el Estado y las empresas que comercializan productos de gestión menstrual en Argentina. La hipótesis que buscamos probar es que esta articulación no fue lo suficientemente virtuosa como para reconocer y aprovechar plenamente el conocimiento que las activistas desarrollaron en el marco de la campaña en beneficio de la población menstruante, ni para resguardar su carácter emancipatorio. En el artículo se define el fenómeno del ghosteo epistémico como la apropiación del conocimiento y el discurso simbólico producidos por el activismo y su posterior borramiento, y se lo muestra funcionando tanto en la institucionalización como en la mercantilización del activismo menstrual argentino. El propósito final es que el concepto pueda ser reapropiado en otros contextos para su detección y solución.
: In this article, we propose the concept of epistemic ghosting to describe problems that have arisen in the articulation between the menstrual activism campaign #MenstruAcción, the state and firms marketing menstrual hygiene materials in Argentina. The hypothesis we are trying to prove is that this articulation was not strong enough to acknowledge and fully leverage the knowledge developed by activists within the framework of the campaign for the benefit of the menstruating population, or to safeguard its emancipatory nature. This article defines the phenomenon of epistemic ghosting as the appropriation of the knowledge and symbolic discourse produced by activism and their subsequent effacement, showing how it operates in the institutionalization and commodification of Argentine menstrual activism. The ultimate aim is for the concept to be reappropriated into other contexts for its detection and solution.
Neste artigo propomos o conceito de ghosting epistêmico para dar conta dos problemas que surgiram na articulação entre a campanha de ativismo menstrual #MenstruAcción, o Estado e as empresas que comercializam produtos de controle menstrual na Argentina. A hipótese que procuramos testar é que esta articulação não foi suficientemente virtuosa para reconhecer e aproveitar plenamente o conhecimento que as ativistas desenvolveram no âmbito da campanha em benefício da população menstruada, nem para salvaguardar o seu caráter emancipatório. O artigo define o fenômeno do ghosting epistêmico como a apropriação do conhecimento e do discurso simbólico produzido pelo ativismo e seu posterior apagamento, e mostra-se atuando tanto na institucionalização quanto na comercialização do ativismo menstrual argentino. O objetivo final é que o conceito possa ser reapropriado em outros contextos para sua detecção e solução.
: In this article, we propose the concept of epistemic ghosting to describe problems that have arisen in the articulation between the menstrual activism campaign #MenstruAcción, the state and firms marketing menstrual hygiene materials in Argentina. The hypothesis we are trying to prove is that this articulation was not strong enough to acknowledge and fully leverage the knowledge developed by activists within the framework of the campaign for the benefit of the menstruating population, or to safeguard its emancipatory nature. This article defines the phenomenon of epistemic ghosting as the appropriation of the knowledge and symbolic discourse produced by activism and their subsequent effacement, showing how it operates in the institutionalization and commodification of Argentine menstrual activism. The ultimate aim is for the concept to be reappropriated into other contexts for its detection and solution.
Neste artigo propomos o conceito de ghosting epistêmico para dar conta dos problemas que surgiram na articulação entre a campanha de ativismo menstrual #MenstruAcción, o Estado e as empresas que comercializam produtos de controle menstrual na Argentina. A hipótese que procuramos testar é que esta articulação não foi suficientemente virtuosa para reconhecer e aproveitar plenamente o conhecimento que as ativistas desenvolveram no âmbito da campanha em benefício da população menstruada, nem para salvaguardar o seu caráter emancipatório. O artigo define o fenômeno do ghosting epistêmico como a apropriação do conhecimento e do discurso simbólico produzido pelo ativismo e seu posterior apagamento, e mostra-se atuando tanto na institucionalização quanto na comercialização do ativismo menstrual argentino. O objetivo final é que o conceito possa ser reapropriado em outros contextos para sua detecção e solução.
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