Asimetrías territoriales en la publicación de revistas indexadas: Formas de distribución, concentración y circuitos del capital científico
; Kalierof, Ilán ; Narvaez, Florencia Otros responsables
Fecha
01/2025
Editorial
Universidad Nacional de Cuyo. Facultad de Filosofía y Letras. Instituto Multidisciplinario de Estudios Sociales
Revista
Estudios Sociales Contemporáneos
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Institución organizadora
ISSN
2451-5965
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Idioma
Español
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Resumen
Este trabajo aborda la problemática de las asimetrías territoriales en torno a la circulación de saberes y a las capacidades científico-tecnológicas de las universidades nacionales, particularmente, aquellos indicadores relativos a la edición de revistas científicas arbitradas. Para ello se parte de una base de datos cuantitativa que toma como muestra las publicaciones periódicas de un total de 12 universidades distribuidas en todo el territorio argentino, considerando su tamaño y antigüedad.De este relevamiento inicial sobre las revistas producidas, un total de 201 publicaciones periódicas, se analiza tendencias respecto a: 1) la capacidad editorial de las instituciones y la concentración de la producción; 2) su pertenencia y distribución en áreas disciplinarias; y 3) su inclusión en bases de indexación. A partir de una metodología de tipo objetivo/descriptivo, el entrecruzamiento de estas variables revela de qué maneras se distribuye este tipo de capital científico en el país, qué forma tiene el conocimiento producido y qué estrategias emplean los autores e investigadores para desplazarse en los diversos circuitos del conocimiento.
In this article, we analyzed from a gender perspective and with a decolonial feminist epistemic approach; the impact that slavery had on the universe of white women. It reflects on how the models of hierarchization and oppression that supported this regime in the southern United States, were historically constructed. Taking the economic aspect of the slave market, are shown the relationships that were forged between women; mistresses and owners, with those people subjected to the slave trade. A history of slavery with a gender perspective makes possible to see how slaveholding women not only had the opportunity to witness the most brutal aspects of the regime, whether it be in public or private spaces, but also provides information about their active participation and the economic returns that they were able to obtain from it.
Neste artigo, é analisado a partir de uma perspectiva de gênero e com uma abordagem epistêmica feminista decolonial; o impacto que a escravidão teve no universo das mulheres brancas. Reflete sobre como foram historicamente construídos os modelos de hierarquia e opressão que sustentaram este regime no sul dos Estados Unidos. Tomando o aspecto econômico do mercado de escravos, são mostradas as relações de venda que foram forjadas entre as mulheres; senhores e proprietários, sendo as pessoas submetidas ao tráfico de escravos. Uma história da escravatura com uma perspectiva de género permite perceber como as mulheres escravistas não só tiveram a oportunidade de testemunhar os aspectos mais brutais do regime, seja em espaços públicos ou privados, mas também fornece informações sobre a sua participação activa e os retornos económicos que conseguiram obter dele.
In this article, we analyzed from a gender perspective and with a decolonial feminist epistemic approach; the impact that slavery had on the universe of white women. It reflects on how the models of hierarchization and oppression that supported this regime in the southern United States, were historically constructed. Taking the economic aspect of the slave market, are shown the relationships that were forged between women; mistresses and owners, with those people subjected to the slave trade. A history of slavery with a gender perspective makes possible to see how slaveholding women not only had the opportunity to witness the most brutal aspects of the regime, whether it be in public or private spaces, but also provides information about their active participation and the economic returns that they were able to obtain from it.
Neste artigo, é analisado a partir de uma perspectiva de gênero e com uma abordagem epistêmica feminista decolonial; o impacto que a escravidão teve no universo das mulheres brancas. Reflete sobre como foram historicamente construídos os modelos de hierarquia e opressão que sustentaram este regime no sul dos Estados Unidos. Tomando o aspecto econômico do mercado de escravos, são mostradas as relações de venda que foram forjadas entre as mulheres; senhores e proprietários, sendo as pessoas submetidas ao tráfico de escravos. Uma história da escravatura com uma perspectiva de género permite perceber como as mulheres escravistas não só tiveram a oportunidade de testemunhar os aspectos mais brutais do regime, seja em espaços públicos ou privados, mas também fornece informações sobre a sua participação activa e os retornos económicos que conseguiram obter dele.
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