La formación de las Artes Urbanas en Rosario: Transformación espacial, prácticas artísticas e integración gubernamental

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Fecha
11/2022
Editorial
Universidad de Buenos Aires. Facultad de Filosofía y Letras. Instituto de Ciencias Antropológicas
Revista
Cuadernos de Antropología Social
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Institución organizadora
ISSN
0327-3776
eISSN
1850-275X
ISBN
Idioma
Español
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Resumen
En la ciudad de Rosario se observa un fenómeno de integración gubernamental de determinadas prácticas artísticas, bajo el nombre de Artes Urbanas (AU). El término designa a un conjunto de disciplinas artísticas desarrolladas en el espacio público en los decenios de 1980 y 1990, paulatinamente absorbidas por el gobierno local desde los tempranos 2000. Este artículo procura aproximarse al proceso de formación de las AU. Primero, describe las transformaciones espaciales que enmarcaron su surgimiento. Segundo, estudia la configuración y espacialización de las prácticas artísticas que se convertirían en AU. Tercero, explora la formulación de tales prácticas como AU en un proyecto financiado internacionalmente y garantizado municipalmente. Cuarto, examina la institucionalización de las AU como un dispositivo municipal emplazado en una espacialidad urbana reconvertida. Mediante una metodología cualitativa, este trabajo postula a las AU como el emergente de una codificación gubernamental de prácticas autónomas preexistentes.
The city of Rosario presents a phenomenon of governmental integration of certain artistic practices. Under the name of Urban Arts (UA), the local government absorbed certain practices developed in public space during the 1980s and 1990s. This article approaches the formation of UA. First, it describes the spatial transformations that framed the emergence of UA. Second, it studies the configuration and spatialization of the artistic practices that would become UA. Third, it analyzes the formalization of these practices in a municipal school of UA. Through qualitative methodology, this paper posits UA as emerging from a governmental codification of pre-existing autonomous practices.
Na cidade de Rosário, Argentina, observa-se um fenômeno de integração governamental de certas práticas artísticas. Com o nome de Artes Urbanas (AU), o governo local absorveu diversas práticas desenvolvidas no espaço público entre as décadas de 1980 e 1990. Este artigo tenta abordar a formação das AU. Primeiro, descreve as transformações espaciais que moldaram o surgimento das AU. Em segundo, estuda a configuração e espacialização das práticas artísticas que, posteriormente, se tornariam AU. Em terceiro lugar, analisa a escola municipal de UA como formalização dessas práticas. Através de uma metodologia qualitativa, este trabalho postula a UA como a emergência de uma codificação governamental de práticas autônomas pré-existentes.
The city of Rosario presents a phenomenon of governmental integration of certain artistic practices. Under the name of Urban Arts (UA), the local government absorbed certain practices developed in public space during the 1980s and 1990s. This article approaches the formation of UA. First, it describes the spatial transformations that framed the emergence of UA. Second, it studies the configuration and spatialization of the artistic practices that would become UA. Third, it analyzes the formalization of these practices in a municipal school of UA. Through qualitative methodology, this paper posits UA as emerging from a governmental codification of pre-existing autonomous practices.
Na cidade de Rosário, Argentina, observa-se um fenômeno de integração governamental de certas práticas artísticas. Com o nome de Artes Urbanas (AU), o governo local absorveu diversas práticas desenvolvidas no espaço público entre as décadas de 1980 e 1990. Este artigo tenta abordar a formação das AU. Primeiro, descreve as transformações espaciais que moldaram o surgimento das AU. Em segundo, estuda a configuração e espacialização das práticas artísticas que, posteriormente, se tornariam AU. Em terceiro lugar, analisa a escola municipal de UA como formalização dessas práticas. Através de uma metodologia qualitativa, este trabalho postula a UA como a emergência de uma codificação governamental de práticas autônomas pré-existentes.
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