Organización desigual del cuidado en salud mental infanto-juvenil: Estudio sobre las responsabilidades sociales y la certificación de discapacidad en un hospital argentino

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Fecha
03/2022
Editorial
Universidad Nacional de Colombia. Facultad de Ciencias Humanas. Departamento de Antropología
Revista
Maguaré
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Institución organizadora
ISSN
0120-3045
eISSN
2256-5752
ISBN
Idioma
Español
Tipo del evento
Clasificación temática
Palabras clave
Resumen
Este trabajo problematiza la noción de cuidado a partir de una investigación etnográfica en el hospital argentino Carolina Tobar García. Me centro en el trabajo de los y las profesionales junto a las familias de los pacientes, la distribución de responsabilidades y los estigmas sociales con los que deben lidiar. Analizo la desigualdad de género en las tareas de cuidado en salud mental infanto-juvenil y valoro su carácter productivo para la vida socio-familiar. A la vez abordo los móviles de la certificación de discapacidad como estrategia de acceso a derechos y sus implicancias. Por último, destaco las iniciativas para extender las redes de cuidado al ámbito socio-comunitario como otra forma de organización social en desarrollo.
Based on ethnographic research at the Carolina Tobar García Hospital in Argentina, this article problematizes the notion of care. I focus on how professionals work with the patients´ relatives. I also examine the distribution of responsibilities and the social stigmas that patients´relatives must deal with. I analyze gender inequality as well in the tasks required for child and adolescent mental healthcare and assess its productive nature for social and family life. I examine the implications of the disability certification as well and explore how this certificate works as a strategy for access to rights. Finally, I highlight how initiatives that extend care networks to the social and community spheres have the potential to become new forms of social organization.
Este estudo questiona a noção de cuidado a partir de uma investigação etnográfica no hospital argentino Carolina Tobar García. Concentro-me no trabalho dos e das profissionais junto com as famílias de pacientes, bem como na distribuição de responsabilidades e nos estigmas sociais que devem enfrentar. Analiso a desigualdade de gênero que se apresenta nas tarefas de atenção à saúde mental infantil e juvenil e avalio a natureza produtiva delas para a vida sociofamiliar. Ao mesmo tempo, abordo os motivos da certificação da deficiência como estratégia de acesso a direitos e suas implicações. No final, destaco as iniciativas para a extensão das redes de cuidado à esfera sociocomunitária como outra forma de organização social em desenvolvimento.
Based on ethnographic research at the Carolina Tobar García Hospital in Argentina, this article problematizes the notion of care. I focus on how professionals work with the patients´ relatives. I also examine the distribution of responsibilities and the social stigmas that patients´relatives must deal with. I analyze gender inequality as well in the tasks required for child and adolescent mental healthcare and assess its productive nature for social and family life. I examine the implications of the disability certification as well and explore how this certificate works as a strategy for access to rights. Finally, I highlight how initiatives that extend care networks to the social and community spheres have the potential to become new forms of social organization.
Este estudo questiona a noção de cuidado a partir de uma investigação etnográfica no hospital argentino Carolina Tobar García. Concentro-me no trabalho dos e das profissionais junto com as famílias de pacientes, bem como na distribuição de responsabilidades e nos estigmas sociais que devem enfrentar. Analiso a desigualdade de gênero que se apresenta nas tarefas de atenção à saúde mental infantil e juvenil e avalio a natureza produtiva delas para a vida sociofamiliar. Ao mesmo tempo, abordo os motivos da certificação da deficiência como estratégia de acesso a direitos e suas implicações. No final, destaco as iniciativas para a extensão das redes de cuidado à esfera sociocomunitária como outra forma de organização social em desenvolvimento.
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