Entre lo legal y lo ilegal: Prácticas de recolección de objetos arqueológicos en la provincia de Buenos Aires (Argentina)
; Grzegorczyk, Micaela 
Otros responsables
Fecha
07/2023
Editorial
Universidad de Buenos Aires. Facultad de Filosofía y Letras. Instituto de Ciencias Antropológicas
Revista
Runa
Título del libro
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Fecha del evento
Institución organizadora
ISSN
0325-1217
eISSN
1851-9628
ISBN
Idioma
Español
Tipo del evento
Clasificación temática
Palabras clave
Resumen
En este trabajo presentamos las experiencias de un conjunto de actores de dis-tintas localidades del territorio bonaerense que poseen y recolectan materiales arqueológicos. Consideramos las tramas locales en las que los objetos adquie-ren significación y los sentidos disputados frente a las normativas vigentes que los definen como bienes públicos patrimoniales y que ubican las prácticas de su apropiación privada en las márgenes de lo legal. Las tensiones que se generan y los argumentos esgrimidos que justifican la continuidad de las expe-riencias analizadas nos permiten considerar cómo el interjuego entre lo legal y lo ilegal se sostiene en la afirmación de una serie de principios compartidos –entre estos actores y aquellos que representan las prácticas legales– sobre los objetos arqueológicos, su importancia para el presente y el rol del Estado en su preservación y cuidado.
In this paper, we present the experiences of a group of actors from different localities in Buenos Aires who own and collect archaeological materials. We consider the local contexts in which the objects acquire significance and the meanings disputed in the face of the regulations in force that define them as public heritage assets, placing the practices of their private appropriation on the margins of the legal sphere. The tensions generated and the arguments put forward to justify the continuity of the experiences analyzed allow us to consider how the interplay between the legal and the illegal is sustained by the affirmation of a series of shared principles -between these actors and those who represent legal practices- regarding archaeological objects, their importance for the present and the role of the state in their preservation and care.
Neste artigo apresentamos as experiências de um grupo de actores de diferentes localidades de Buenos Aires que possuem e recolhem materiais arqueológicos. Consideramos os contextos locais em que os objectos adquirem significado e os significados contestados face aos regulamentos em vigor que os definem como bens do património público, colocando as práticas da sua apropriação privada à margem da esfera jurídica. As tensões geradas e os argumentos apresentados para justificar a continuidade das experiências analisadas permitemnos considerar como a interacção entre o legal e o ilegal é sustentada pela afirmação de uma série de princípios partilhados -entre estes actores e aqueles que representam as práticas legais- relativamente aos objectos arqueológicos, à sua importância para o presente e ao papel do Estado na sua preservação e cuidado.
In this paper, we present the experiences of a group of actors from different localities in Buenos Aires who own and collect archaeological materials. We consider the local contexts in which the objects acquire significance and the meanings disputed in the face of the regulations in force that define them as public heritage assets, placing the practices of their private appropriation on the margins of the legal sphere. The tensions generated and the arguments put forward to justify the continuity of the experiences analyzed allow us to consider how the interplay between the legal and the illegal is sustained by the affirmation of a series of shared principles -between these actors and those who represent legal practices- regarding archaeological objects, their importance for the present and the role of the state in their preservation and care.
Neste artigo apresentamos as experiências de um grupo de actores de diferentes localidades de Buenos Aires que possuem e recolhem materiais arqueológicos. Consideramos os contextos locais em que os objectos adquirem significado e os significados contestados face aos regulamentos em vigor que os definem como bens do património público, colocando as práticas da sua apropriação privada à margem da esfera jurídica. As tensões geradas e os argumentos apresentados para justificar a continuidade das experiências analisadas permitemnos considerar como a interacção entre o legal e o ilegal é sustentada pela afirmação de uma série de princípios partilhados -entre estes actores e aqueles que representam as práticas legais- relativamente aos objectos arqueológicos, à sua importância para o presente e ao papel do Estado na sua preservação e cuidado.
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