El protagonismo político del sindicalismo y los movimientos sociales en Sudamérica

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Fecha
07/2018
Editorial
Universidad Nacional de Santiago del Estero. Facultad de Humanidades
Revista
Trabajo y Sociedad
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ISSN
1514-6871
eISSN
1514-6871
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Español
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Resumen
El trabajo se propone analizar el protagonismo político del sindicalismo y los movimientos sociales en Brasil, Bolivia y Argentina, considerándolos casos testigos del escenario sudamericano en la medida que representan distintas vías de transformación política: la institucionalista, la rupturista y la intermedia. En este sentido, se describe el modo en que en Brasil se generaron espacios institucionales de diálogo político y, producto de ello, el reconocimiento por parte del Estado de las principales centrales sindicales, lo que dio lugar a una situación de ?pluralismo sindical?, ciertamente novedosa. En Bolivia las transformaciones fueron de mayor envergadura, produciéndose nacionalizaciones de empresas y, también, la modificación de la constitución nacional, proceso abierto que alteró la arquitectura política del Estado. Finalmente, en Argentina la gravitación política del sindicalismo y los movimientos sociales se circunscribió a la arena institucional, siendo lo destacable las convenciones colectivas de trabajo y el ofrecimiento por parte del gobierno nacional de gestionar programas gubernamentales.
Este artigo analisa o papel político do sindicalismo e os movimentos sociais no Brasil, na Bolívia e na Argentina, considerando esses casos como chaves no cenário da América do Sul. Todos eles apresentam diferentes formas de transformação política: a institucionalista, a rupturista e a intermediária. Nesee sentido apresenta-se o caso do Brasil, no qual se produz a generacão de espaços institucionais de diálogo político e de reconhecimento pelo Estado das principais centrais sindicais. Esse processo levou a uma situação nova de "pluralismo sindical". Na Bolívia as mudanças foram muito profundas: a nacionalizações de empresas e as mudanças na Constituição Nacional levaram a mudancas na arquitetura política do Estado. Finalmente, na Argentina, a influência política dos sindicatos e dos movimentos sociais foi limitada á arena institucional, tendo un lugar relevante as convenções colectivas de trabalho e o convite do Estado Federal para participar na gestão do programas de governo.
Este artigo analisa o papel político do sindicalismo e os movimentos sociais no Brasil, na Bolívia e na Argentina, considerando esses casos como chaves no cenário da América do Sul. Todos eles apresentam diferentes formas de transformação política: a institucionalista, a rupturista e a intermediária. Nesee sentido apresenta-se o caso do Brasil, no qual se produz a generacão de espaços institucionais de diálogo político e de reconhecimento pelo Estado das principais centrais sindicais. Esse processo levou a uma situação nova de "pluralismo sindical". Na Bolívia as mudanças foram muito profundas: a nacionalizações de empresas e as mudanças na Constituição Nacional levaram a mudancas na arquitetura política do Estado. Finalmente, na Argentina, a influência política dos sindicatos e dos movimentos sociais foi limitada á arena institucional, tendo un lugar relevante as convenções colectivas de trabalho e o convite do Estado Federal para participar na gestão do programas de governo.
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