Imaginarios en disputa o sobre la territorialización de un conflicto urbano. El caso de “La Canchita de los Bomberos” (Mar del Plata, Argentina)

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Fecha
05/2015
Editorial
Pontifícia Universidade Católica do Paraná
Revista
Urbe
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ISSN
2175-3369
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Idioma
Español
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Resumen
Apenas transcurridos tres meses de la creación del Programa Crédito Argentino del Bicentenario para la Vivienda Única Familiar, el Municipio de General Pueyrredón anuncia las tierras disponibles para comprometer en su implementación; entre ellas, el predio conocido como 'Canchita de los Bomberos' de la ciudad de Mar del Plata. Frente a ello, se conforma un grupo de vecinos autoconvocados en defensa de su utilización como espacio público-verde, llevando a cabo diversas estrategias cuyo objetivo es evitar la construcción de viviendas en esa zona. Paralelamente, otras personas manifiestan su parecer en relación a la ejecución del programa y desarrollan prácticas que cuestionan la legitimidad de las demandas sostenidas por aquellos vecinos. El propósito del artículo es analizar las formas de apropiación simbólica que se refuerzan y/o modifican enfunción de la disputa; lo que Melé (2003) llama el proceso de territorialización del conflicto. Se argumenta que, aunque se produce un choque de imaginarios (Hiernaux; 2008a), emerge un imaginario dominante que logra imponerse y legitimar el uso y disfrute del espacio a su favor.
Apenas três meses após a criação do “Programa Crédito Argentino del Bicentenario para la Vivienda Única Familiar”, o município de General Pueyrredón anuncia terra disponível para confirmar sua implementação; entre as terras a área conhecida como “Canchita de los Bomberos”, na cidade de Mar del Plata. Em resposta, um grupo de vizinhos une-se para defender o uso público, a fim de impedir a construção de moradias na área. Paralelamente, outras partes interessadas expressaram suas opiniões sobre a implementação do programa em desenvolver práticas que disputam a legitimidade das reivindicações dos vizinhos. O objetivo do trabalho é analisar as formas de apropriação simbólica reforçando e/ou modificado em função do litígio; o que Melé (2003) chama de processo de territorialização. Argumenta-se que, mesmo que haja um choque de imaginário (Hiernaux, 2008a), surge um imaginário dominante que consegue impor e legitimar o uso e gozo do espaço em seu favor.
Apenas três meses após a criação do “Programa Crédito Argentino del Bicentenario para la Vivienda Única Familiar”, o município de General Pueyrredón anuncia terra disponível para confirmar sua implementação; entre as terras a área conhecida como “Canchita de los Bomberos”, na cidade de Mar del Plata. Em resposta, um grupo de vizinhos une-se para defender o uso público, a fim de impedir a construção de moradias na área. Paralelamente, outras partes interessadas expressaram suas opiniões sobre a implementação do programa em desenvolver práticas que disputam a legitimidade das reivindicações dos vizinhos. O objetivo do trabalho é analisar as formas de apropriação simbólica reforçando e/ou modificado em função do litígio; o que Melé (2003) chama de processo de territorialização. Argumenta-se que, mesmo que haja um choque de imaginário (Hiernaux, 2008a), surge um imaginário dominante que consegue impor e legitimar o uso e gozo do espaço em seu favor.
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