Los jubilados al mercado. Una genealogía teórica de la propuesta neoliberal de reforma previsional entre los '50 y los '70 y su arribo en Argentina

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Fecha
10/2014
Editorial
Centro de Estudios e Investigaciones Laborales
Revista
Cuadernos de Economía Crítica
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2408-400X
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Español
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Resumen
En este trabajo se propone un recorrido teórico por las aproximaciones neoclásicas a los sistemas de jubilaciones desde fines de los '50 hasta fines de los '70. Lo que se desprende es un debate acerca de los problemas de los regímenes de reparto y lo que surge como respuesta es el reemplazo de los mismos por sistemas de capitalización individual. Comenzamos analizando la controversia teórica planteada por Paul Samuelson, continuamos con las propuestas específicas para el caso estadounidense de Milton Friedman y James Buchanan, introducimos el marco teórico de la hipótesis del ciclo vital, con Franco Modigliani como principal protagonista y así llegamos al máximo exponente de la argumentación neoliberal sobre reforma previsional: Martin Feldstein. Por último, incluimos la primera aproximación a esta problemática desde Argentina, desde la pluma de Roque Fernández, inscripta en la propuesta de reforma previsional de la última dictadura militar.
This paper proposes a theoretical path through the neoclassical approaches to pension systems since the late 50s to the late 70s. What follows is a discussion of the problems of PAYG systems and what emerges as response is the replacement thereof by funded ones. We begin with Paul Samuelson’s controversy, continue with specific proposals for the American case by Milton Friedman and James Buchanan, introduce the theoretical framework of the life-cycle hypothesis, with Franco Modigliani its main reference, and include the greatest exponent of neoliberal arguments about pen- sion reform: Martin Feldstein. Finally, we include the first approach to this problem from Argentina, by Roque Fernández, framed in the pension reform proposal of the last military dictatorship.
Este artigo propõe um caminho teórico por os abordagens neoclássicas dos sis- temas de pensões desde o final dos anos 50 para as o final dos anos 70. O que se segue é uma discussão sobre os problemas da PAYG e o que surge como resposta é a substituição dos mesmos por sistemas de capitalização. Começamos com a afirmação teórica apresentada por Paul Samuelson, conti- nuamos com as propostas específicas para o caso Americano de Milton Friedman e James Buchanan, apresentamos o marco teórico da hipótese do ciclo de vida, com Franco Modigliani como protagonista principal, e chegamos ao maior expoen- te da argumentos neoliberais sobre a reforma das pensões: Martin Feldstein. Final- mente, incluímos a primeira abordagem a este problema da Argentina, da pena de Roque Fernández, enmarcada com a proposta de reforma das pensões da última ditadura militar.
This paper proposes a theoretical path through the neoclassical approaches to pension systems since the late 50s to the late 70s. What follows is a discussion of the problems of PAYG systems and what emerges as response is the replacement thereof by funded ones. We begin with Paul Samuelson’s controversy, continue with specific proposals for the American case by Milton Friedman and James Buchanan, introduce the theoretical framework of the life-cycle hypothesis, with Franco Modigliani its main reference, and include the greatest exponent of neoliberal arguments about pen- sion reform: Martin Feldstein. Finally, we include the first approach to this problem from Argentina, by Roque Fernández, framed in the pension reform proposal of the last military dictatorship.
Este artigo propõe um caminho teórico por os abordagens neoclássicas dos sis- temas de pensões desde o final dos anos 50 para as o final dos anos 70. O que se segue é uma discussão sobre os problemas da PAYG e o que surge como resposta é a substituição dos mesmos por sistemas de capitalização. Começamos com a afirmação teórica apresentada por Paul Samuelson, conti- nuamos com as propostas específicas para o caso Americano de Milton Friedman e James Buchanan, apresentamos o marco teórico da hipótese do ciclo de vida, com Franco Modigliani como protagonista principal, e chegamos ao maior expoen- te da argumentos neoliberais sobre a reforma das pensões: Martin Feldstein. Final- mente, incluímos a primeira abordagem a este problema da Argentina, da pena de Roque Fernández, enmarcada com a proposta de reforma das pensões da última ditadura militar.
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