Arqueología indisciplinada, encuentros intersubjetivos y relacionalidades múltiples
; Rodriguez, Mariela Eva
; Gerrard, Ana Cecilia 
Otros responsables
Fecha
08/2022
Editorial
Universidad de Buenos Aires. Facultad de Filosofía y Letras. Instituto de Ciencias Antropológicas
Revista
Runa
Título del libro
Nombre del evento
Fecha del evento
Institución organizadora
ISSN
0325-1217
eISSN
1851-9628
ISBN
Idioma
Español
Tipo del evento
Clasificación temática
Palabras clave
Resumen
Este ensayo, elaborado a partir de conversaciones entre el arqueólogo Alejandro
Haber —investigador y docente de la Universidad de Catamarca— y las antropólogas sociales Mariela Eva Rodríguez y Ana Cecilia Gerrard —editoras del
dossier especial por los setenta años de la revista Runa. Archivo para las Ciencias
del Hombre—, se presenta como una oportunidad para reflexionar colectivamente. Sus autores recorren diversos temas, entre los cuales se encuentran el
potencial de la Arqueología indisciplinada para revertir la violencia epistémica
que motoriza las teorizaciones, metodologías y prácticas de la ciencia colonial;
las distancias entre la Arqueología y la Antropología Social; el desafío de dejarse interpelar en los encuentros intersubjetivos de la experiencia etnográfica;
las implicancias de hacer, pensar y sentir desde los márgenes; los procesos de
subjetivación presentes en la reflexividad, la textualización y la lectura; y las
consecuencias de nuestros posicionamientos éticos y políticos en las luchas
de los sujetos y grupos subalternizados.
This essay, written from conversations between the archaeologist Alejandro Haber —researcher and professor at the Universidad de Catamarca— and the social anthropologists Mariela Eva Rodríguez and Ana Cecilia Gerrard —editors of the special dossier for the seventy years of journal Runa. Archivo para las Ciencias del Hombre—, constitutes an opportunity to reflect collectively. The authors cover various themes, including the potential of the undisciplined Archaeology to reverse the epistemic violence that drives the theorizations, methodologies and practices of the colonial science; the distances between Archaeology and Social Anthropology; the challenges of allowing oneself to be interpellated during the intersubjective encounters of the ethnographic experience; the implications of doing, thinking and feeling from the margins; the subjectivation processes that take place through reflexivity, textualization and reading; and the consequences our ethical and political positions have on the struggles of subalternized subjects and groups.
Este ensaio, elaborado a partir de conversas entre o arqueólogo Alejandro Haber —pesquisador e professor da Universidade de Catamarca— e as antropólogas sociais Mariela Eva Rodríguez e Ana Cecilia Gerrard —editores do dossiê especial para os setenta anos da revista Runa. Arquivos para Ciências Humanas—, é apresentada como uma oportunidade para refletir coletivamente. Seus autores cobrem vários temas, entre os quais estão o potencial da Arqueologia indisciplinada para reverter a violência epistêmica que impulsiona as teorizações, metodologias e práticas da ciência colonial; as distâncias entre Arqueologia e Antropologia Social; o desafio de se deixar interpelar nos encontros intersubjetivos da experiência etnográfica; as implicações de fazer, pensar e sentir à margem; os processos de subjetivação presentes na reflexividade, textualização e leitura; e as consequências de nossas posições éticas e políticas nas lutas de sujeitos e grupos subalternizados.
This essay, written from conversations between the archaeologist Alejandro Haber —researcher and professor at the Universidad de Catamarca— and the social anthropologists Mariela Eva Rodríguez and Ana Cecilia Gerrard —editors of the special dossier for the seventy years of journal Runa. Archivo para las Ciencias del Hombre—, constitutes an opportunity to reflect collectively. The authors cover various themes, including the potential of the undisciplined Archaeology to reverse the epistemic violence that drives the theorizations, methodologies and practices of the colonial science; the distances between Archaeology and Social Anthropology; the challenges of allowing oneself to be interpellated during the intersubjective encounters of the ethnographic experience; the implications of doing, thinking and feeling from the margins; the subjectivation processes that take place through reflexivity, textualization and reading; and the consequences our ethical and political positions have on the struggles of subalternized subjects and groups.
Este ensaio, elaborado a partir de conversas entre o arqueólogo Alejandro Haber —pesquisador e professor da Universidade de Catamarca— e as antropólogas sociais Mariela Eva Rodríguez e Ana Cecilia Gerrard —editores do dossiê especial para os setenta anos da revista Runa. Arquivos para Ciências Humanas—, é apresentada como uma oportunidade para refletir coletivamente. Seus autores cobrem vários temas, entre os quais estão o potencial da Arqueologia indisciplinada para reverter a violência epistêmica que impulsiona as teorizações, metodologias e práticas da ciência colonial; as distâncias entre Arqueologia e Antropologia Social; o desafio de se deixar interpelar nos encontros intersubjetivos da experiência etnográfica; as implicações de fazer, pensar e sentir à margem; os processos de subjetivação presentes na reflexividade, textualização e leitura; e as consequências de nossas posições éticas e políticas nas lutas de sujeitos e grupos subalternizados.
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