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dc.contributor.author
Sartelli, Héctor Eduardo

dc.contributor.author
Kabat, Marina

dc.date.available
2017-10-03T15:35:44Z
dc.date.issued
2014-08
dc.identifier.citation
Sartelli, Héctor Eduardo; Kabat, Marina; Where did Braverman go wrong? A Marxist response to the politicist critiques; Fundação Getúlio Vargas. Escola Brasileira de Administração Pública e de Empresas; Cadernos EBAPE.BR; 12; 4; 8-2014; 829-850
dc.identifier.issn
1679-3951
dc.identifier.uri
http://hdl.handle.net/11336/25732
dc.description.abstract
Braverman is considered an unquestionable reference of Marxist labour process. The objective of this paper is to show that despite Braverman's undeniable achievements he forsakes the classical Marxist notions related to work organization, i. e. simple cooperation, manufacture and large-scale industry and replaces them with the notion of Taylorism. We also intend to show that because of this abandonment, Braverman cannot explain properly how the deskilling tendency operates in different historical periods, and in distinct industry branches. Finally, we try to demonstrate that those Marxist concepts neglected by Braverman are especially useful to understand labor unrest related to job organization. Braverman overvalues the incidence of labor fragmentation and direct forms of control and disregards the impact of mechanization achieved with the emergence of Large-scale industry and the new forms of control associated with it. Whereas Braverman?s allegedly Marxist orthodoxy is considered responsible for this, in fact, exactly the opposite can be asserted: the weaknesses of the otherwise noteworthy work of Harry Braverman are grounded in his relinquishment of some crucial Marxist concepts. We state that labor processes conventionally considered Taylorist or Fordist can be reconceptualized in Marxist classic terms allowing a better understanding of the dynamic of conflicts regarding labor process.
dc.description.abstract
Braverman é considerado uma referência inquestionável do processo de trabalho marxista. O objetivo deste artigo é mostrar que, apesar das contribuições inegáveis de Braverman ele abandona as noções marxistas clássicas relacionadas à organização do trabalho, a saber, cooperação simples, manufatura e grande- indústria e substituílas com a noção do taylorismo. Também pretendemos mostrar que, por causa desse abandono, Braverman não pode explicar adequadamente como a tendência desqualificação opera em diferentes períodos históricos, e em ramos da indústria distintas. Por fim, tentamos demonstrar que esses conceitos marxistas negligenciados por Braverman são especialmente úteis para compreender problemas trabalhistas relacionados com a organização do trabalho. Braverman
supervaloriza a incidência de fragmentação do trabalho e formas diretas de controle e desconsidera o impacto da mecanização alcançado com o surgimento da indústria em grande escala e as novas formas de controle associados. Embora esta responsabilidade seja atribuída à sua alegada ortodoxia marxista, na verdade, exatamente o oposto pode ser afirmado: as fraquezas do trabalho de outra forma notável de Harry Braverman são baseadas em seu abandono de alguns conceitos marxistas cruciais. Afirmamos que os processos de trabalho, considerado convencionalmente taylorista ou fordista pode ser reconceptualizado em termos marxistas clássicos, permitindo uma melhor compreensão da dinâmica de conflitos em matéria de processo de trabalho.
dc.format
application/pdf
dc.language.iso
eng
dc.publisher
Fundação Getúlio Vargas. Escola Brasileira de Administração Pública e de Empresas
dc.rights
info:eu-repo/semantics/openAccess
dc.rights.uri
https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/2.5/ar/
dc.subject
Processo de Trabalho
dc.subject
Política Universitaria
dc.subject
Marxismo
dc.subject
Regulacionismo
dc.subject
Lutas Operárias
dc.subject.classification
Arqueología

dc.subject.classification
Historia y Arqueología

dc.subject.classification
HUMANIDADES

dc.title
Where did Braverman go wrong? A Marxist response to the politicist critiques
dc.title
Onde está errado Braverman? A resposta marxista às críticas politicistas
dc.type
info:eu-repo/semantics/article
dc.type
info:ar-repo/semantics/artículo
dc.type
info:eu-repo/semantics/publishedVersion
dc.date.updated
2017-07-13T18:57:32Z
dc.journal.volume
12
dc.journal.number
4
dc.journal.pagination
829-850
dc.journal.pais
Brasil

dc.journal.ciudad
Rio de Janeiro
dc.description.fil
Fil: Sartelli, Héctor Eduardo. Universidad de Buenos Aires. Facultad de Ciencias Sociales; Argentina
dc.description.fil
Fil: Kabat, Marina. Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Técnicas. Centro Científico Tecnológico Conicet - La Plata. Instituto de Investigaciones en Humanidades y Ciencias Sociales. Universidad Nacional de La Plata. Facultad de Humanidades y Ciencias de la Educación. Instituto de Investigaciones en Humanidades y Ciencias Sociales; Argentina
dc.journal.title
Cadernos EBAPE.BR
dc.relation.alternativeid
info:eu-repo/semantics/altIdentifier/url/http://ref.scielo.org/zbh6pz
dc.relation.alternativeid
info:eu-repo/semantics/altIdentifier/doi/http://dx.doi.org/10.1590/1679-395115865
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